O Medo, mas que sofrimento!

O medo contrapõe ao sentimento de coragem.
Quando agimos com ele sentimos angústia parecendo que estamos num beco sem saída.
Quem tem medo não consegue entender o sentimento de “Coragem”.
O sentimento que brota, na verdade, é o de falta de confiança, semelhante a um cachorro que foi enxotado e que permanece com o rabo entre as pernas, mesmo na presença de seu protetor.
Nossa alma é destemida, mas nossa aura aprende a vibrar conforme nosso sentimento.
É importante que possamos aprender a vibrar de forma positiva, evitando desta maneira, agir como o exemplo do animalzinho acima, que transborda o sentimento do medo mesmo em ocasiões de paz.
O medo é uma defesa em alguns momentos, mas não em todos.
Por vezes parece transfigurar em prudência, parecendo ter legitimidade, mas não passa de uma política para controle de outrem.
A correspondência de nossa aura, às vibrações geradas por nossos pensamentos e sentimentos não é aprendida da noite para o dia, mas passa pelo fio dos anos, séculos e até de outras vivências.
É de crucial importância nossa atenção ao que realmente nos pertence, pois somente o que nos pertence pode passar pela modificação.
De acordo com nosso querer serão nossas atitudes que facilitarão nossa vida neste plano, mas facilitarão muito mais nos planos onde as coisas acontecem mais rápido.
Quem sabe se não possuímos sentimentos guardados que correspondem a tempos longínquos. Tempos em que vivenciamos outras situações, por exemplo; fugindo de piratas, nômades, morrendo de fome ou guerreando com Ivan, o Terrível.
O que atravessa vidas e vidas e são expressões claras na atualidade, são os sentimentos. Não sabemos o que aconteceu para demonstrarmos tanto medo ou tanta coragem, mas sabemos que alguma coisa aconteceu para que este padrão fosse depreendido.
O sentimento criado segue o seu padrão visível e invisível. O visível, é demonstrado nas ações do dia a dia; e o invisível, está vibrando em nossa aura.
Na verdade nada está oculto, basta ver os atos e os sentimentos que compreenderemos o que se passa.
A resposta para o medo é agirmos sempre na retaguarda, desacreditando da vida.


A resposta para a coragem é estar em comunhão conosco, acreditando sempre na vida.
De certa forma o medo é o recheio da ignorância, como se vê o chocolate em um bolo: encontramos o medo que vive nas entranhas despertando ansiedades, desordens, agressões, e o generalíssimo do egoísmo.
A ignorância faz parte da evolução, sempre a teremos sobre algum aspecto, mas precisamos ter em nosso objetivo o aprendizado constante.
Aprender faz parte da vida. Procurar o aprendizado faz parte da pessoa que quer ser melhor.
Quando descobrimos a chave da verdade, ficamos mais confiantes.
Desta forma, o medo será reduzido ou até mesmo desprezado na essência que o prolifera.
Eliminar o medo é também ter em mente o crescimento do saber.
Sabendo que o medo é um sentimento criado como se fosse um trauma.
A eliminação do mesmo, quando não passa pelo crivo da inteligência, será motivo de buscar terapias que ajudem a combatê-lo pelos sintomas causados, tais como frios repentinos, acessos de falta de confiança e outros sentimentos que não nos causam boas impressões.
Desta forma se compreendermos bem os nossos sentimentos estaremos saindo da idade média do crescimento como ser humano.
Estaremos convivendo melhor com nossos filhos, pais, cônjuges, empregados, patrões e outros.
Adotaremos posturas afetivas sem orgulhos, radicalismos e apegos.
A sensatez terá sua vez e nestes novos dias os nossos caminhos tornarão iluminados.

Muita Paz!

Hairon H. de Freitas

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