Estamos vivendo no olho do furacão!

Morning Calm Weekly Newspaper Installation Management Command, U.S. Army / Flickr
O momento é extremamente sensível, agitado, conturbado tanto no sentido físico quanto espiritual.
Tenho notado que muitas pessoas estão reagindo às intempéries da vida de forma passional elevada ao quadrado. É assim que estamos vivendo neste planeta, que vem passando por um momento onde se fazem necessárias correções em nosso proceder no sentido minucioso de que devemos praticar cada vez mais a tolerância.
Uma guerra não nasce do acaso ou é criada de forma instantânea. Para evidenciar uma guerra, notamos a destruição: dos lares, de vidas de entes queridos, de boas intenções, de fidelidade entre amigos e do bem estar, pois a maioria das pessoas começou a passar fome, medo, raiva e muita indignação.
Podemos considerar que estamos numa guerra espiritual sem tamanho. Após milênios continuamos agindo de forma grotesca, mesmo com tantas indicações de caminhos razoáveis, de medidas estáveis que nos foram trazidas através dos anjos, santos, bons espíritos, filósofos e missionários.
Pouquíssimas são as pessoas que se interessam em manter uma postura de autoavaliação e de autoanálise, uma postura descente para um mundo melhor, onde as pessoas se respeitem e vivam de forma simples sem ingressarem diariamente em contendas que só servem para afirmação do ego.
Quase nunca acertamos perfeitamente em todas as minúcias de nossas ações, mas sempre erramos feio quando instituímos a raiva e o medo como diagnóstico principal. Como dizia Albert Einstein: “Nós não podemos resolver um problema com o mesmo estado mental que o criou”.
No instante atual, nós precisamos nos dar uma oportunidade para agirmos de forma diferente daquela que viemos praticando ao longo de nossa vida. Esta oportunidade é conhecida como “renovação”, pois seremos pessoas melhores e não nos consideraremos pessoas que convivem com as famosas frases de impacto, provocadas pelo ego, como as seguintes: “Eu não levo desaforo pra casa” ou a outra frase “Você sabe com quem está falando?”
Somos bem assim, crianças mimadas e cheias de vontades impensadas e provocadoras de distúrbios. Mas eu acredito que estamos saindo desta fase infantil, quando provocamos em nós mesmos as perguntas e pontuações sobre as nossas atitudes e experimentações diárias. Para isso é de grande importância que busquemos os sábios através dos tempos e adotemos uma postura de respeito e de quase amor para com todos os que nos rodeiam. Saibamos que se hoje fomos ou somos agredidos é porque ainda nos encontramos na mesma faixa do agressor. Para que não nos sintamos acionados por medidas provocativas, elevemos o caráter de nosso parecer diante de todo o quadro que está sendo desenhado e em constante transformação.

Hairon H. de Freitas.

A Nova Era da Escravatura!

Muitos vivem em uma mentira diária e através das articulações de bastidores promovem o medo e a indignação de uma sociedade tão sofrida como a nossa.
Fiquei pasmo ao assistir ao vídeo de Rodrigo Maia na “Globo News” dizendo que todo mundo consegue trabalhar até 75, 80 anos.

(Os trabalhadores acima eram chamados de estivadores – Fonte: Internet)
Alguns políticos insensíveis trabalham sentados e o máximo de esforço que fazem é pronunciar baboseiras algumas vezes por semana, não todos os dias da semana, pois geralmente estão passeando de avião pra baixo e pra cima de nosso Brasil!
São muitas coisas que precisam ser ajustadas antes de se pensar numa Reforma da Previdência e a principal delas é pensar em uma Reforma Politica, depois vêm a Tributária e os ajustes profundos nas contas do governo.
O governo maldosamente controla grande parte da população dizendo que o servidor público é o culpado da quebra da previdência, mas, hoje em dia, quem acompanha publicações, principalmente da internet, sabe que a mídia considerada oficial já perdeu a credibilidade há muito tempo.
O que acontece atualmente com a citada reforma da previdência é que o governo quer economizar para pagamento dos juros altíssimos de uma dívida pública que nunca sofreu auditoria e consome assustadoramente 42% de toda arrecadação federal. Como pode um país sobreviver atualmente na total falta de transparência, onde, entra governo – sai governo, e nada de substancioso é modificado?
O ministro Paulo Guedes sempre fez parte do cenário financeiro e sempre viveu das articulações deste mundo fechado, onde quem consegue entrar vive somente de juros, algo que se aproxima dos modos da antiga realeza britânica.
Todos sabemos da forma de agir do sistema político que, frequentemente, rende-se ao jogo e não se esforça para segurar um pouco as rédeas da perversidade, principalmente quando falamos sobre controle de massas. Eles são estudiosos e praticantes das ideias de Nicolau Maquiavel, que conseguiu radiografar a alma das mentes controladoras e criou um compêndio que se tornou famoso e é aproveitado pela burguesia desde quando foi escrito em 1532 até os dias atuais.
A população brasileira não merece o continuísmo deste modo inapropriado de administrar o país, que só conseguiu engessar a nação em todos sentidos de progresso.
Eu acredito em nosso país, só precisamos cobrar mais dos políticos que colocamos lá, pois eles precisam nos representar e não a um sistema arbitrário e maldoso que enxerga o ser humano como um bando de escravos pagadores de impostos.
Viva o Brasil!
Hairon H. de Freitas.

Vale Quanto Pesa!


Loucura, loucura, loucura é o que está acontecendo com as pessoas que não medem esforços para colocar o dinheiro acima de tudo.
Vivem na total inconsciência e não respeitam nada que não fale no poder financeiro.
Só acreditam no ganho através da facilidade, esquecendo todos os métodos seguros para trabalhar, ganhar e proteger!
O que assistimos em Mariana-MG foi muito triste, agora volta a acontecer tudo novamente em Brumadinho-MG.
Estamos vivendo no século XXI, mas as atitudes impróprias e irresponsáveis são comparadas às da Idade da Pedra. O ser humano, sabendo precisamente o que fazer e como fazer, não o faz.
Todos os responsáveis por esta companhia sabiam de tudo o que poderia acontecer e nada fizeram para evitar. Já que sabiam que havia opção de zerar as barragens em risco, porque não o fizeram? Será porque os seres que viviam na região não eram seus parentes ou será que queriam jogar “roleta russa”, ou, quem sabe, o “balança, mas não cai”?
Com tudo isso, assistimos à morte do Rio Doce e agora do Rio Paraopeba, que é um dos principais afluentes do Rio São Francisco. Infelizmente, a morte não é só dos rios, mas há anos está chegando ao oceano, onde a profusão de vidas é muito maior e segue desde então comprometida. O mal proporcionado por esta companhia é de proporções inimagináveis, não sabemos quanto de nosso planeta foi atingido por este câncer destruidor, não sabemos por quanto tempo a terra continuará morrendo, não sabemos quantas pessoas foram atingidas e quantas continuarão sendo atingidas.
Sabemos que qualquer esforço que essa empresa venha a fazer não terá significado algum na reparação de nossa fauna, flora e de tantas pessoas que deixaram famílias. Mesmo dentro da obrigatoriedade das indenizações, qualquer feito é mínimo tendo em vistas as consequências de proporções quase nanométricas em relação aos danos ocasionados por esse desastre.
Espero que, de agora em diante, não seja permitido levar adiante projetos absurdos como estes em que, simplesmente , não se importam em descartar pessoas!
Hairon H. de Freitas.

Créditos: Imagens Jornal da Band