Este Corona está pegando pesado!


Hoje estou cheio de perguntas, mas acredito que não sou somente eu quem tem muitas dúvidas e precisa ter mais explicações sobre este vírus.
Não podemos imaginar a quantidade absurda de problemas que a China está passando devido a disseminação deste vírus que vem matando e muito.
O Corona vírus está se espalhando pelo mundo inteiro e o medo está crescendo absurdamente. Neste momento, o que deveríamos ter como pauta principal deveria ser: a vontade de ajudar, a empatia pelo enorme sofrimento que a nação chinesa vem passando, a solidariedade através das orações e dos bons sentimentos, enfim, tudo que pudermos proporcionar para minimizar tanta dor. Pelo jeito este vírus não se contém diante da barreira geográfica ou de temperatura, e certamente veio para ensinar ao homem a ter mais solidariedade, já que ele não enxerga fronteira, raça, gênero ou idade.
Até quando continuaremos imunes à necessidade de evoluirmos para nos tornarmos seres humanos melhores?
Quantas pessoas precisarão morrer para entendermos que, no final das contas, somos todos conectados? Um respira o ar do outro, compartilhamos os mesmos vírus, vivemos no mesmo planeta e procuramos a mesma coisa chamada “felicidade”.
A China sofre com o fechamento e paralisação das grandes empresas, como: Google, Toyota e Mc Donald´s, sem mencionar as inúmeras empresas que não conseguem funcionar, já que a China fechou-se na contenção. É triste esta situação, e tudo que afeta uma economia gigantesca, como a chinesa, sem dúvidas que afetará o mundo inteiro.
Difícil o entendimento do ser humano que já deveria ter considerado uma forma de ter um governo único pautado nas intenções motivadoras dos grandes homens, como: cientistas, ativistas, professores e filósofos. Sei que isso é quase uma utopia, mas o mundo caminha pra isso.
Tudo o que assistimos atualmente é o sectarismo que vem sendo disseminado no mundo inteiro. É a Inglaterra querendo sair do acordo europeu, é o EUA sofrendo os impactos de um mundo novo, é o Brasil dividido politicamente e o restante do mundo se matando por convicções pífias.
Mas acredito numa força infinitamente superior que ultrapassa toda e qualquer compreensão humana, que está no controle de tudo que vem acontecendo em todo nosso planeta. Contudo, as nossas ações interferem sobre nós mesmos e precisamos crescer rapidamente para um patamar menos infantil, que priorize o melhor para toda a humanidade!
Hairon H. de Freitas.

O medo como parte da evolução.

 

O homem, como um ser animal que é, age mesmo como um, em toda sua essência. Mesmo com uma inteligência preeminente adota os resquícios ancestrais que o remete aos primatas, seja pela genética ou pelo arquétipo psicológico.

Neste pequeno esboço, uma dentre muitas das coisas que mais incomodam as pessoas nos dias atuais é o medo.

As pessoas que somos, agimos ignorando a situação e vivendo como se fossemos pássaros engaiolados, refugiando de seus sonhos e suas metas ao ponto de esquecermos o que são: “escolhas e vontades”.

A pessoa passa a viver fragmentada como se sua essência fora construída em fábrica diferente das pessoas que realizam e criam tendências.

Tudo o que faz a pessoa se esconder, se resguardar, se refugiar, são as escolhas feitas em um momento de descrédito em si mesma, passando a viver como um ser passivo e por sinal incompreendido.

Não existe em nossa essência aceitação sobre esta forma de viver, totalmente ingrata com a perfeição que nos criou.

A natureza é mesmo “Divina”, colocou em cada um de nós a centelha da perfeição, da força, do crédito em si mesmo, da confiança, da preservação, da bondade, do progresso, do amor…

Não há como negar.

Partindo da premissa de que a natureza não erra, de que a natureza nos coloca como seres especiais e capazes, adotaremos o que os grandes mestres defendiam para o melhor crescimento da humanidade.

Vimos em Jesus quando ele disse: “Vós Sois a Luz do Mundo”.

Esta metáfora apresentada por Jesus me recorda Platão com a “Alegoria da Caverna”, quando ele coloca homens vivendo dentro de uma caverna, com as costas voltas para a luz, passando todo tempo a verem somente as suas sombras. Mas quando um homem escapa a caverna que o tem, fica deslumbrado com a luz que o ofusca e quer voltar para acordar os que dormem.

Sabemos o que aconteceu com Jesus que quis acordar a humanidade. Naquele momento foi trágico, contudo não significou interrupção da grande mensagem que ele veio trazer.

Com tantas mensagens de esclarecimento:

Ainda hoje julgamos, por medo;

Ainda hoje castramos, por medo;

Ainda hoje censuramos, por medo;

Ainda hoje estagnamos, por medo;

Ainda hoje agredimos e maltratamos, por medo destas sombras que nos foram apresentadas na caverna.

Se existe uma coisa que torna o homem menos medroso é o enfrentamento de seus medos. O personagem que sai da caverna calçou sua vontade e cresceu em disposição para, mesmo com medo conseguir atingir a luz do sol.

Em nossa caminhada não significa que expulsaremos todo o medo, mas a construção de passos fortes e seguros somente existirá através do método do enfrentamento.

Na caverna vivemos acreditando no descrédito, na maldade, na desconfiança e vendo a maior parte do tempo o mal como se o mesmo fosse gestor e colaborador em todas as atividades.

É mesmo impressionante a face do medo que passa grande parte da vida ou mesmo uma vida inteira a nos comandar.

Às vezes, quando nos deixamos levar pela comodidade, que é uma forma mais forte de embotamento, colaboramos em deixar a “vida nos levar” e a luz só fará presente pelo uso da inteligência e pela quebra das crenças que impactaram toda nossa gente, que foi aplicada principalmente pela cultura ortodoxa, que tomou as rédeas de grande parte da humanidade referindo ao aspecto e domínio de seus crentes e pupilos.

Foi estridente e contagioso o imperialismo e absolutismo que remeteu o homem a  um ser passivo, vivendo de promessas qual o pai faz a seus filhos, mas que na verdade nunca vêm a se cumprir.

A religião e o estado, qual patriarca, assumiram a posição de pai que fala aos filhos: meus queridos eu proverei, eu sou a responsabilidade, eu pronuncio e eu os protejo aqui e após as suas mortes.

A vida nos concede o retorno ao modo natural do ser encarando frente a frente a verdadeira luz que nos levará num caminho cheio de maravilhas.

Acreditando neste retorno, o medo vai reduzindo em proporção e entenderemos que somos fortes, já que a vida nos quer trilhando a certeza e a segurança, dando crédito à essência que existe em todo homem.

Finalizando, quanto ao “Medo X Alegria” a exposição abaixo basta. São palavras que apresentam como imagens vivas em nossas mentes que promovem perdas e ganhos, pois:

Sentir medo precipita a dor;

Sentir alegria promove a cura;

Sentir medo afasta pessoas;

Sentir alegria aproxima pessoas;

Sentir medo agride pela timidez e pela desconfiança;

Já sentir alegria mantem uma energia própria dos anjos, que proporciona uma satisfação infinita de viver, viver e continuar vivendo com a consciência despertada pela inteligência e pela aceitação de sermos simplesmente nós mesmos, sem máscaras ou medos.

Já despertos, acreditando que somos realmente a luz do mundo que leva o ensinamento, palavras sãs e a crença no ser humano, adotaremos a postura de não mais aceitar criticas ou censuras, seremos entendedores profundos da doença que assola o planeta e de sua cura, que está sendo paulatinamente descoberta. Esta doença é, nada mais nada menos, que o medo.

Hairon H. de Freitas

O Medo, mas que sofrimento!

O medo contrapõe ao sentimento de coragem.
Quando agimos com ele sentimos angústia parecendo que estamos num beco sem saída.
Quem tem medo não consegue entender o sentimento de “Coragem”.
O sentimento que brota, na verdade, é o de falta de confiança, semelhante a um cachorro que foi enxotado e que permanece com o rabo entre as pernas, mesmo na presença de seu protetor.
Nossa alma é destemida, mas nossa aura aprende a vibrar conforme nosso sentimento.
É importante que possamos aprender a vibrar de forma positiva, evitando desta maneira, agir como o exemplo do animalzinho acima, que transborda o sentimento do medo mesmo em ocasiões de paz.
O medo é uma defesa em alguns momentos, mas não em todos.
Por vezes parece transfigurar em prudência, parecendo ter legitimidade, mas não passa de uma política para controle de outrem.
A correspondência de nossa aura, às vibrações geradas por nossos pensamentos e sentimentos não é aprendida da noite para o dia, mas passa pelo fio dos anos, séculos e até de outras vivências.
É de crucial importância nossa atenção ao que realmente nos pertence, pois somente o que nos pertence pode passar pela modificação.
De acordo com nosso querer serão nossas atitudes que facilitarão nossa vida neste plano, mas facilitarão muito mais nos planos onde as coisas acontecem mais rápido.
Quem sabe se não possuímos sentimentos guardados que correspondem a tempos longínquos. Tempos em que vivenciamos outras situações, por exemplo; fugindo de piratas, nômades, morrendo de fome ou guerreando com Ivan, o Terrível.
O que atravessa vidas e vidas e são expressões claras na atualidade, são os sentimentos. Não sabemos o que aconteceu para demonstrarmos tanto medo ou tanta coragem, mas sabemos que alguma coisa aconteceu para que este padrão fosse depreendido.
O sentimento criado segue o seu padrão visível e invisível. O visível, é demonstrado nas ações do dia a dia; e o invisível, está vibrando em nossa aura.
Na verdade nada está oculto, basta ver os atos e os sentimentos que compreenderemos o que se passa.
A resposta para o medo é agirmos sempre na retaguarda, desacreditando da vida.


A resposta para a coragem é estar em comunhão conosco, acreditando sempre na vida.
De certa forma o medo é o recheio da ignorância, como se vê o chocolate em um bolo: encontramos o medo que vive nas entranhas despertando ansiedades, desordens, agressões, e o generalíssimo do egoísmo.
A ignorância faz parte da evolução, sempre a teremos sobre algum aspecto, mas precisamos ter em nosso objetivo o aprendizado constante.
Aprender faz parte da vida. Procurar o aprendizado faz parte da pessoa que quer ser melhor.
Quando descobrimos a chave da verdade, ficamos mais confiantes.
Desta forma, o medo será reduzido ou até mesmo desprezado na essência que o prolifera.
Eliminar o medo é também ter em mente o crescimento do saber.
Sabendo que o medo é um sentimento criado como se fosse um trauma.
A eliminação do mesmo, quando não passa pelo crivo da inteligência, será motivo de buscar terapias que ajudem a combatê-lo pelos sintomas causados, tais como frios repentinos, acessos de falta de confiança e outros sentimentos que não nos causam boas impressões.
Desta forma se compreendermos bem os nossos sentimentos estaremos saindo da idade média do crescimento como ser humano.
Estaremos convivendo melhor com nossos filhos, pais, cônjuges, empregados, patrões e outros.
Adotaremos posturas afetivas sem orgulhos, radicalismos e apegos.
A sensatez terá sua vez e nestes novos dias os nossos caminhos tornarão iluminados.

Muita Paz!

Hairon H. de Freitas