Meu limite, meu equilíbrio.

Meu Deus, não sei o que dizer,
Quando em momento angustiante,
Perco a minha órbita
Para compor outra.

Até quando ficarei atormentado,
Esperando com o medo,
Continuando a fazer parte,
De minha vida e de meu querer.

Fico triste e sem chão.
Na inquietude pelo não,
Sem história e sem equilíbrio,
Peço de volta algum brilho.

O entusiasmo vai embora,
Acovardado ergo o olhar
Não há limite que ultrapasse
Quem eu quero enxergar.

Mas Tudo é Deus
E Tudo é Vida
Peço de volta o valor
De orbitar o meu Amor

Hairon H. de Freitas
28/5/2019

Foto: Praia do Forte, Cabo Frio

De: Hairon H. de Freitas

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Mensagens de Amor.

Bunch of mimosa flowers on wooden rustic chair


Mensagens de amor.

Que palavras lindas, que agrado me dá!
São perfumes que fazem em meu ar penetrar.
Vejo flores neste dia, que me vêm deleitar
Com agrado eu recebo estas frases de amar.

Mas eu coloco minh´alma, com você em meu céu
Que pureza e carinho que em ti brotam como mel
Sei que procuro e vislumbro, como o sol que clareia,
O seu rosto, presente na poesia que meu coração permeia.

Hairon H. de Freitas
18/12/2010

AFEIÇÕES – Maria Dolores e Chico Xavier

Se pretendes conquistar
A bênção do amor na vida,
Não prendas, alma querida,
O coração de ninguém.
O amor é assim qual o rio
Que tanta grandeza encerra,
Ele, o irmão… a irmã é a terra,
Unidos fazendo o bem.

Se a terra prendesse o rio,
Ei-lo pântano perfeito;
Se o rio largasse o leito,
Eis o deserto a reinar;
Mas se um apóia o outro,
Trabalhando livremente,
Formam a grande corrente
Que se renova no mar

Nessa linha, as afeições,
Sob o respeito profundo
Que devemos dar ao mundo,
Aos que amamos- teus e meus –
São sempre o amor sem mudança
Em constante primavera,
A luz divina que espera
Mais luz nas Luzes de Deus.

Estudo revela 9 formas para evitar a demência

Créditos: institutomongeralaegon.org/

Hoje, no mundo, 47 milhões de pessoas têm demência. Em 2030, serão 66 milhões. Mas e se houvessem atitudes que pudessem reduzir o número de casos? Elas existem – e são parte de um estudo que envolveu pesquisadores de sete países, publicado na revista científica “Lancet”.

Segundo os autores, que compõem a Comissão de Prevenção e Assistência à Demência Lancet, “a demência é o maior desafio global para a saúde e os cuidados sociais no século 21”. E mudanças no estilo de vida podem ajudar a evitar cerca de um terço dos casos.

A lista inclui nove fatores – parar de fumar, controlar diabetes, tratar a hipertensão, evitar a obesidade, buscar tratamento para depressão, corrigir a perda auditiva, fazer exercícios físicos, ter visa social saudável e investir em educação até os 18 anos de idade. À exceção do último – e mesmo assim com ressalvas, já que estímulos cognitivos são recomendados em qualquer fase da vida –, todos podem ser alterados.

“Sempre é mais fácil prevenir, evitar doenças e hábitos nocivos do que tratar e mudar. Mas isso não significa que um adulto não possa modificar suas práticas para melhorar a saúde e evitar diversas doenças, inclusive as demências”, destaca Sizenando da Silva Campos Junior, neurologista e neurocirurgião, diretor da Central Nacional Unimed.

A demência, diz ele, tem tratamentos farmacológicos e não farmacológicos. “Os não farmacológicos são atividades de estímulo cognitivo, social e físico: palavras cruzadas, sudoku, jogos, convívio com familiares e amigos, gravação de vídeos com lembretes de nomes de pessoas queridas e de compromissos, prática regular de exercícios.”

Para quem convive com um paciente com demência, Campos Junior indica tratá-lo com paciência, carinho, consideração e respeito. “Mostrar a ele como é importante e querido, além de se informar sobre maneiras de postergar os efeitos da doença, ajuda muito.”

Confira, a seguir, os nove fatores listados pela comissão. E o que fazer para alterá-los.

Tratar a hipertensão

Populações com altas taxas de hipertensão desenvolvem demência mais cedo. A causa: a doença provoca uma neuropatologia que reduz a reserva cognitiva.

Como fazer: busque orientação médica.

Evitar a obesidade

A obesidade está ligada à síndrome pré-diabetes e metabólica. Acredita-se que anomalias da insulina causem uma diminuição da produção da substância no cérebro, provocando aumento da inflamação e altas concentrações de glicose no sangue, mecanismos que prejudicam a cognição.

Como fazer: adote uma alimentação saudável. Um nutricionista pode auxiliar na escolha do cardápio e nos ingredientes que não podem faltar à mesa.

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Corrigir a perda auditiva

O estudo mostra que 32% das pessoas com mais de 55 anos de idade têm algum problema auditivo. Segundo os autores, esse é um problema da meia-idade e evidências sugerem que ele continue a aumentar o risco de demência na velhice.

Como fazer: começou a notar que tem pedido para as pessoas repetirem o que disseram? Procure um otorrinolaringologista, que buscará a causa.

Parar de fumar

Essa é manjada, mas bem importante: o cigarro contém neurotoxinas, que aumentam o risco de demência.

Como fazer: aplicativos podem ser úteis (clique aqui para conhecer 5 deles). Um médico pode orientar no abandono do vício, inclusive à base de remédios.

Tratar a depressão

Há uma ligação entre o número de episódios depressivos e o risco de demência. “É biologicamente plausível que a depressão aumente o risco de demência porque afeta os hormônios do estresse, os fatores de crescimento neuronal e o volume do hipocampo”, relatam os autores.

Como fazer: clique aqui e leia essa reportagem, que trata dos sintomas que podem aparecer em pessoas mais velhas. Na dúvida, busque ajuda com um psiquiatra.

Fazer exercícios físicos

Adultos mais velhos que praticam alguma atividade têm mais chances de manter a capacidade cognitiva. E quanto mais, melhor. Não só isso: os autores destacam que quem se exercita tem aumento do equilíbrio e redução no número de quedas, além de melhora do humor e diminuição da mortalidade.

Como fazer: para sair do sedentarismo, vale começar com caminhadas. Não sabe qual atividade seguir? Um educador físico pode orientar.

Manter contatos sociais saudáveis

Isolamento é fator de risco para demência e mais – aumenta as chances de hipertensão, doenças cardíacas e depressão. Além disso, resulta em inatividade cognitiva, “que está relacionada a declínio cognitivo mais rápido e mau humor”. “Por si sós, todos esses são fatores de demência, o que evidencia a importância de considerar o contato social de pessoas mais velhas e não apenas sua saúde física e mental”, sugerem os autores.

Como fazer: voluntariado, aulas presenciais, visita a amigos e viagens são formas de fazer amizades e buscar novos contatos sociais.

Controlar o diabetes

A insulina é um hormônio que regula a quantidade de açúcar no sangue e protege os neurônios. O diabetes provoca resistência a ela, causando uma resposta inflamatória. Estudo mostra que, dessa forma, os vasos perdem flexibilidade e ficam mais maleáveis, prejudicando a cognição.

Como fazer: o controle da alimentação é indispensável. Consultas regulares ao médico ajudam a manter a doença sob controle.

Investir em educação

Até os 18 anos, dar sequência aos estudos formais é uma forma de evitar a demência. Ao concluir o ensino médio – e permanecer estudando –, a pessoa aumenta a reserva cognitiva, fortalecendo as redes cerebrais. Isso pode reduzir os danos causados pela doença, afirmam os pesquisadores.

Como fazer: Campos Junior recomenda atividades de estímulo cognitivo. Valem palavras cruzadas, sudoku, jogos. Por que não aprender um novo idioma ou aventurar-se por uma atividade diferente?

Sentir raiva!


Para um guru, a raiva é falta de treinamento anterior; para a ciência, a raiva envenena o nosso corpo e, para o esoterista, a raiva mancha o nosso astral e desequilibra os nossos chacras.
Sentir raiva não é e nunca foi bom para quem sente, nem para quem a provocou, já que energias ruins estão percorrendo o espaço de um corpo para o outro.
É muito importante mantermos o nosso centro de equilíbrio através do nosso propósito de dominarmos a nossa razão.
A raiva é a inconsciência;
A raiva é a ignorância agindo;
A raiva é o desequilíbrio.
A raiva foi muito importante no passado, especificamente na era puramente irracional e animal onde o homem primata corria pelos campos, tanto para se alimentar, quanto para fugir de outros animais.
Hoje precisamos acima de tudo, desenvolver e viver o equilíbrio em nós e não esperarmos que o tempo esteja perfeito lá fora, não fazendo frio ou muito calor, que as pessoas sejam sempre boas para conosco, que estejamos numa situação financeira perfeita e que nós mesmos e todos os próximos estejamos em uma condição saudável.
A nossa raiva não é uma entidade à parte, mas uma entidade pode ser atraída pela nossa sintonia, portanto é importante sabermos que tudo nasce primeiramente em nós mesmos. Todos nós somos o centro gerador de intenções que poderão ser benéficas ou causar malefícios em nosso campo energético.
A raiva só encontra espaço em nossa mente, em nosso padrão mental, pelo fato de não nos encontrarmos atentos ao que pensamos e sentimos, assim cedemos espaço para que a raiva assuma esta área que se encontra de certa forma vaga, sem intenções de reforma intima e sem foco para o equilíbrio.
Para iniciarmos o nosso tratamento, é de grande importância que exercitemos a todo instante a tolerância e estejamos atentos às situações que poderão nos atingir e despertar a raiva dentro de nós. É importante também procurarmos entender e até mesmo compreender melhor as grandes limitações que possuímos, pois nós mesmos despertamos a raiva em pessoas próximas e desavisadas, mesmo que não queiramos, simplesmente por um padrão energético diferente.
A raiva, enfim, é uma força grandiosa que precisa ser canalizada para a realização no bem e não para a destruição, pois o poder da destruição proporcionado pela raiva pode nos transformar em seres animalescos, aqueles produzidos pelo cinema hollywoodiano, seres que não pensam e que só agem pelo instinto predatório e impulsivo.
Ao longo do tempo identificamos os sentimentos que despertam a raiva, como a ansiedade de querer fazer algo mais rápido e a indignação de funcionário por um patrão que prometeu pagar por produtividade, mas que nunca recebeu o montante adequado; como, quando descalços, topamos com o dedo mindinho numa pedra ou deixamos cair a manteiga no chão limpo, enfim são infinitas situações e possibilidades que, com o passar do tempo, aprenderemos a contornar mantendo o foco no equilíbrio.
Contudo, a nossa mudança não é e nunca foi da noite para o dia. Sabemos que são muitas implicações, muitas observações e aplicações práticas que deverão ser analisadas e inseridas em nossos hábitos diários, e também cabe a nós a perseverança, pois estamos construindo um novo homem e uma nova mulher para o infinito!

Hairon H. de Freitas

Uma palavra ao coração!


Ninguém na terra sofre por querer, simplesmente estamos buscando a todo momento uma forma de entendermos a vida como ela se mostra.
O nosso querer nem sempre é percebido e as vezes nem sempre é correspondido, pois as nossas limitações e as nossas expectativas são enormes.
Aqui na terra vemos muitos tipos de sofrimentos diferentes, mas nunca ou quase nunca entendemos o porque de tanta dor sendo disseminada no planeta.
Mas, quando buscamos os nossos sentimentos mais profundos, aqueles que ficam esperando algum momento oportuno para se apresentarem, nos assustamos com a substancial presença desta força que movida como um vulcão vem causar mais dores ao mundo.
O ódio faz-se impregnado em todos que causam dores e o ressentimento e a mágoa transbordam sobre os que sofrem. É um misto indefinido de emoções que não podemos entender quando é um e quando é outro, pois, apesar de nomes diferentes, todos partem da mesma força.
Deus nosso Pai não gosta quando ferimos o outro, pois ele o ama profundamente, mas como ele ama o agressor também, então ele o corrige, pois todo pai e toda mãe precisam corrigir seus filhos para evitar mais dores no mundo.
A forma mais lúcida de vivermos bem é através do ensinamento do Mestre Jesus, quando nos disse muito sobre o amor, ensinando e exemplificando sempre.
Enquanto não acordarmos para o tratamento de nosso ódio, de nossa raiva, de nossa indignação, de nossa mágoa ou de nosso ressentimento, estaremos sintonizados com esta força danosa, a qual continuaremos realimentando-a e padecendo dos profundos sofrimentos.
Outra boa orientação deixada pelos grandes mestres é a prática da oração, da meditação e da autoanálise. Sabemos que dentro da nossa grande limitação, Deus nos convida a todo instante a cedermos de nosso orgulho, para que os nossos sentimentos de deixar passar e deixar ir estejam em nosso coração. Busquemos então o princípio de nossa cura com o maior psicólogo que existe, Jesus!
Hairon H. de Freitas

Estamos vivendo no olho do furacão!

Morning Calm Weekly Newspaper Installation Management Command, U.S. Army / Flickr
O momento é extremamente sensível, agitado, conturbado tanto no sentido físico quanto espiritual.
Tenho notado que muitas pessoas estão reagindo às intempéries da vida de forma passional elevada ao quadrado. É assim que estamos vivendo neste planeta, que vem passando por um momento onde se fazem necessárias correções em nosso proceder no sentido minucioso de que devemos praticar cada vez mais a tolerância.
Uma guerra não nasce do acaso ou é criada de forma instantânea. Para evidenciar uma guerra, notamos a destruição: dos lares, de vidas de entes queridos, de boas intenções, de fidelidade entre amigos e do bem estar, pois a maioria das pessoas começou a passar fome, medo, raiva e muita indignação.
Podemos considerar que estamos numa guerra espiritual sem tamanho. Após milênios continuamos agindo de forma grotesca, mesmo com tantas indicações de caminhos razoáveis, de medidas estáveis que nos foram trazidas através dos anjos, santos, bons espíritos, filósofos e missionários.
Pouquíssimas são as pessoas que se interessam em manter uma postura de autoavaliação e de autoanálise, uma postura descente para um mundo melhor, onde as pessoas se respeitem e vivam de forma simples sem ingressarem diariamente em contendas que só servem para afirmação do ego.
Quase nunca acertamos perfeitamente em todas as minúcias de nossas ações, mas sempre erramos feio quando instituímos a raiva e o medo como diagnóstico principal. Como dizia Albert Einstein: “Nós não podemos resolver um problema com o mesmo estado mental que o criou”.
No instante atual, nós precisamos nos dar uma oportunidade para agirmos de forma diferente daquela que viemos praticando ao longo de nossa vida. Esta oportunidade é conhecida como “renovação”, pois seremos pessoas melhores e não nos consideraremos pessoas que convivem com as famosas frases de impacto, provocadas pelo ego, como as seguintes: “Eu não levo desaforo pra casa” ou a outra frase “Você sabe com quem está falando?”
Somos bem assim, crianças mimadas e cheias de vontades impensadas e provocadoras de distúrbios. Mas eu acredito que estamos saindo desta fase infantil, quando provocamos em nós mesmos as perguntas e pontuações sobre as nossas atitudes e experimentações diárias. Para isso é de grande importância que busquemos os sábios através dos tempos e adotemos uma postura de respeito e de quase amor para com todos os que nos rodeiam. Saibamos que se hoje fomos ou somos agredidos é porque ainda nos encontramos na mesma faixa do agressor. Para que não nos sintamos acionados por medidas provocativas, elevemos o caráter de nosso parecer diante de todo o quadro que está sendo desenhado e em constante transformação.

Hairon H. de Freitas.