
Resistência Democrática.
Foram dias difíceis, de muita luta e ansiedade, que os brasileiros provaram. Ao fim do primeiro turno, muita gente agiu das mais diferentes formas. Alguns choraram, outros desistiram e outros xingaram.
O Brasil estava prestes a seguir num novo rumo: o do retrocesso. Tudo o que o candidato da extrema direita vinha construindo desde 2018 era funesto, com imensa letalidade para a nossa democracia.
Muitos que estavam alinhados ao candidato da extrema direita foram, ao longo do tempo, mostrando suas caras em diversas instituições, sejam elas da Justiça ou do Legislativo. Adotaram caminhos estranhos, agindo com alta parcialidade, até mesmo criminosa, para defenderem o candidato da extrema direita.
Mas, nesse mesmo dia de notícia ruim em que o candidato da extrema direita (FB) ficou 5,03 pontos percentuais acima do candidato que sempre defendeu a democracia, Luiz Inácio Lula da Silva, surge André Janones propondo a criação de um exército virtual para defender tudo o que Lula sempre pregou.
Janones apareceu com a promessa de virar o jogo de forma limpa e só dizendo as verdades sobre o candidato FB.
Foi uma luz que surgiu no fim do túnel! Milhares de pessoas se alinharam com a proposta de Janones e se inscreveram no canal do whatsapp, que foi crescendo de forma rápida e constante. Mas o canal começou a incomodar a extrema direita, e o presidente do TSE (KN), junto com seu comparsa (AM), agiram de forma desesperada para retirar o canal do ar.
O presidente Lula nesta eleição tinha como opositores grupos extremamente fortes, como:
A elite brasileira, representada pela turma da “Faria Lima”, que sempre foi contra os investimentos destinados à população brasileira; a grande mídia, tendo como âncora a Globo; os bancos; os jornais, tendo como mais relevantes a Folha e o Estadão; os apolíticos que constantemente criticam os governos, principalmente os governos de Lula, por ser o presidente que sempre busca entregar mais dignidade à população carente; o presidente dos EUA que está de olho em nossas reservas de minerais e petrolíferas; o alinhamento de 14 a 19 países com os EUA, que criticam e tentam impor suas regras descabidas nas finanças; as Big Techs que são as maiores e mais influentes empresas de tecnologia do mundo, com atuação global e forte domínio sobre o mercado digital, dados e infraestrutura de internet, tendo como principais a meta (Facebook, Instagram, Whatsapp e o Google) e organizações criminosas, como o Comando Vermelho, PCC e milícias).
Sabemos que a extrema direita está mais forte do que nunca, quase 50% dos eleitores brasileiros ainda estão sequestrados pelo ódio que foi alimentado ao longo dos anos. Ódio pelo partido que mais beneficiou a mais sofrida classe brasileira.
Durante anos, a extrema direita semeou ódio ao Partido dos Trabalhadores em um forte esquema de desconstrução da imagem do partido. Para isso, utilizou o crescimento das redes sociais para disseminar fakenews e para jogar nas costas do partido a responsabilidade sobre tudo de ruim da sociedade, criando algo como um “poder” anormal e gigante para um partido. E muitas pessoas compraram essa ideia, divulgaram, fizeram crescer uma imagem gigantesca e distorcida sobre a atuação do partido. Fizeram crescer o tal “antipetismo”, reforçado com gritos e palavras de ódio e até de extermínio proferidas pelo pai do candidato FB e por toda sua família. A partir daí, tudo de errado era jogado nas costas do partido ou da esquerda, e, considerando que grande parte da sociedade brasileira não tem consciência política e busca se informar de maneira rasa pelas redes sociais, essa parcela da sociedade facilmente foi cooptada pela extrema direita e, assim, “fidelizada” na rede de informações falsas criada pela extrema direita.
Veja abaixo uma pesquisa que fiz no google sobre o apoio dos países das Américas que apoiam a extrema direita:
Países Signatários da Declaração Conjunta
Em setembro de 2026, 14 países da América Latina e do Caribe assinaram formalmente o acordo em Nova York, juntamente com os Estados Unidos:
- Argentina
- Bolívia
- Chile
- Colômbia
- Costa Rica
- República Dominicana
- Equador
- El Salvador
- Guiana
- Honduras
- Panamá
- Paraguai
- Peru
- Trinidad e Tobago
Hairon H. de Freitas