Reclamar faz bem e resolve os nossos problemas?

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Faz muito tempo que a psicologia, o espiritualismo e a fala dos mais sábios nos dizem muito a respeito das coisas simples que precisam ser aplicadas na vida. Bons livros nos ensinam a todo o momento como viver com maior discernimento e dando dicas de como desenvolver a perspicácia para solução dos problemas.
Saber viver é uma arte que deve ser estudada enquanto estamos atuando neste palco. É de grande importância a reflexão diária sobre as decisões tomadas e sobre as que vamos colocar em prática.
Viver bem exige inteligência e para isso precisamos adotar algumas regras para formação de novos hábitos que vão nos levar a uma nova posição.
Este princípio inteligente é uma força que vai se desenvolvendo quanto mais focarmos em nossas atitudes.
A falta de concentração e a reclamação é um fator que precisa ser subtraído de nossos hábitos
Esta falta de concentração evita que enxerguemos claramente o que falamos ou o que pensamos na maior parte do dia. Daí surge um corrosivo que destrói qualquer boa vontade, atitude positiva e reconhecimento como indivíduo probo. Este corrosivo é a reclamação.
Na reclamação estamos chamando a atenção de outras pessoas para a nossa individuação e pela falta de nossa autoestima e perseverança, adotamos uma atitude inóspita que nos admite como vítima e carente ao extremo.
Desta forma vamos pensar um pouco sobre o que o título desta mensagem: Reclamar faz bem e resolve os nossos problemas? Como dissemos acima, parece que não.
A reclamação geralmente pode ser herdada pela convivência com pessoas que costumam agir desta forma, seja em casa, no trabalho, nas escolas ou amizades ou pode ser desenvolvida pela falta de uma postura diante da vida.
Como entes inseridos numa sociedade que reclama e ainda está se desenvolvendo e que convivemos com pessoas cheias de receios e de atos que elas mesmas ignoram, adentramos no labirinto do minotauro, que não nos permite escolha de saída.
Reclamar é falar de nossos problemas sem procurar uma solução, é simplesmente querer falar para o outro sobre um desafeto ou de uma opinião que demos e não foi adotada ou mesmo de uma atitude que presenciamos e não aceitamos.
Às vezes tiramos grande parte do dia para alimentarmos este hábito negativo e intempestivo, que não colabora com quem ouve, nem com quem reclama.
Eu mesmo me apresento como um reclamador por uma fasceíte plantar que incomoda bem.
Este é o momento oportuno de dirigirmos nossa atenção para o melhor e o melhor é cultivarmos hábitos baseados nos estudos apresentados conforme dissemos anteriormente.
Estudar o ser humano, a história e os livros sagrados, como a bíblia, nos permite conhecer melhor o ser humano e entendermos mais sobre os passos que tomaremos.
Viver melhor não é reclamar e nem acreditar que os anjos resolverão os nossos problemas sem tomarmos uma atitude.
Atitude
Deus já nos criou e nos deu o mundo para desenvolvermos o nosso potencial.
A vida é sábia e nos coloca momentos propícios para aplicarmos a nossa inteligência na solução dos problemas.
Reclamar é ficar parado, estagnado ou como uma árvore que não se move do lugar. É acreditar que o falatório nos esclarecerá e apresentará a solução de tudo que queremos.
A meditação, a oração e a reflexão são atitudes nobres que abrem o leque de perspectivas ou acalmam a nossas angustias, nos permitindo a tomada de coragem e disposição.
O reclamador, pelo que observo, nem sempre apresenta a falta de vontade na realização de atividades. Muita das vezes são pessoas trabalhadoras que realizam diversas atividades, mas habituaram a despejar as lastimadas energias, modelando dentro de um aprendizado adquirido em uma vida inteira de reclamações.
A aceitação de que somos todos reclamadores em algum nível é um passo importante na validação de nosso ingresso no estudo de nós mesmos, é como estivéssemos nos matriculando na universidade da vida para modificação e planejamento de um novo futuro.
Muita paz!
Hairon H. de Freitas.

Confiança e Energia

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Hoje eu quero refletir um pouco sobre confiança, sobre acreditar na vida, como a melhor opção para viver bem.
A nossa energia está pautada no sentimento e funciona melhor quando nossa crença está vigorosamente alicerçada na fluência, na sábia aceitação e na disposição para o enfrentamento no cotidiano.
Viver requer energia, e para tal, a mesma precisa permanecer conjugada com o que podemos oferecer de melhor, sem quaisquer resquícios de vacilação. Oferecendo o que a fluência emana para que a resposta da vida seja rápida e positiva.
Esta fluência vai além da boa comunicação verbal e corporal, ela descreve o que somos a partir de nossa energia, que de forma gritante nos apresenta ao mundo como seres rebeldes ou criativos, duvidosos ou confiantes.
Partindo desta premissa, entendamos como às vezes nos sentimos angustiados quando nos aproximamos de uma pessoa com baixa de energia, ou nos sentimos irritadiços quando nos aproximamos de uma pessoa cheia de raiva ou nos sentimos alegres quando nos aproximamos de uma energia esfuziante.
Aparentemente tudo parece ter certa lógica, não é por acaso que sentimos certa reserva com uma pessoa que nunca vimos ou sentimos o prazer em dialogar com outra que também nunca havíamos tido o prazer da conversação.
As energias existem e estão constantemente sendo transformadas no universo através de nosso pensamento e de nosso sentimento.
Pensemos bem, vamos fazer o melhor para nós mesmos.
Evitemos cultivar sentimentos danosos em nossa atmosfera, pois o que a consequência nos trará não vai ser de nosso agrado.
Busquemos a energia em nosso interior, se precisar esforcemos até o infinito, mas não deixemos que os sentimentos: do inadequado, do medo, da tristeza estejam o tempo todo nos circulando.
Buscar alternativas para se sentir bem é um ato mais do que comum de preservação, e o ser humano procura auto preservar-se quando evita a revolta, tão danosa e tão pesada.
A confiança com esta energia positiva, quando trabalhada com a sabedoria, nos envolve em uma paz que se torna tão duradoura quanto a nossa dedicação.
Hairon H. de Freitas.

Tempo de Reflexão.

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A história continua sendo escrita e a vida emana em profusão no universo.
A nossa relevância destaca-se sobre todos: animais, vegetais e minerais. Ainda assim conhecemos tão pouco de tudo que percebemos.
Tudo o que foi realizado passou pelo crivo de muitos que acreditaram no melhor para o meio social em que viviam.
Eu, você e eles, enfim todos, realizamos coisas boas que fizeram a diferença para uma ou duas pessoas. Não nos importam quantos foram agraciados pelo bem que proporcionamos, o mais importante é que o bem foi realizado.
Se por um momento pensamos no bem estar de uma pessoa, todo universo se move em direção ao nosso pensamento, é como se nos abençoasse dizendo: “Eu lhe desejo o mesmo”.
Ultimamente estamos todos muito bem informados acerca do pensamento e de seus efeitos, mas não custa nada continuarmos abordando o quanto é importante sermos pacíficos e idealizadores do constante “Bem”.
O fundamento de uma sociedade é construído através do elo formado entre os ideais que dignificam e os que se concretizam ao longo dos anos. Para tudo existe um tempo e nos caminhos que percorremos sempre recebemos respostas rápidas e respostas lentas, das quais às vezes não temos o poder de compreender. Para um entendimento melhor, nos momentos em que plantamos tempestade as respostas de tais ações se tornarão relevantes. Não cabe a nós evitarmos a consequência do leite derramado, mas cabe sim o discernimento e a postura tonificante que assumiremos a partir de então.
Estamos em mais um momento oportuno de reflexão.
O fechamento de um ano sempre nos remete ao fim de um ciclo, como se fechasse um cronograma de planejamento e idealizações.
Muitas coisas foram prometidas no final do ano anterior, mas que foram esquecidas durante o ano que está chegando ao fim.
Não é motivo de desespero ou autopunição, isto faz parte da natureza humana e como humanos que somos estaremos sempre cercados pelos atropelos do dia a dia, pelos vícios adquiridos na inércia e nos medos que somamos frente aos desafios da vida.
Imaginemos este novo ano como um prato cheio de novas oportunidades, perdoemos nossos tropeços e voltemos nosso foco para o que seja produtivo e oportuno em uma vivência mais feliz e harmoniosa.
Continuemos construindo nossa felicidade e voltando os nossos olhos para a simplicidade que mora bem pertinho da paz.
Ouçamos a nossa voz que brota dos bons sentimentos e fechemos os nossos olhos aos defeitos daqueles que nos criticam e que nos queiram ferir.

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Nada como pensar no Mestre da humanidade que veio nos convidar a orarmos para os que nos caluniam. Quanto amor, quanta bondade ele veio nos despertar. Ainda assim, passam os dias, anos, séculos e milênios e continuamos projetando dardos venenosos em direção aos nossos semelhantes.
Eis o momento de dedicarmos o amor e o perdão e o mundo estará movendo-se em nossa direção proporcionando-nos a misericórdia de que necessitamos para as nossas reiteradas faltas.
O caminho torna-se grandioso e o momento natalino fixa-se então, nos 365 dias do ano. Estamos na terra para aprendermos a amar e o amor é um experimento grandioso que exige materiais de primeira grandeza na transmutação, os quais, sendo transformados no templo do coração, serão expandidos na mente e na inteligência, erguendo-se pela vontade na direção de toda organização viva.
Muita paz!
Hairon H. de Freitas.

CARPE DIEM: TÍTULO DE CIDADÃ CABOFRIENSE CONCEDIDO PELA CÂMARA MUNICIPAL DE CABO FRIO

TÍTULO DE CIDADÃ CABOFRIENSE CONCEDIDO PELA CÂMARA MUNICIPAL DE CABO FRIO

Quinta-feira passada, dia 29, no Tamoyo Esporte Clube, aconteceu a entrega de títulos de cidadania cabofriense e medalhas Major Belegard, homenagens da Câmara Municipal de Cabo Frio concedidas anualmente por ocasião do aniversário da cidade.

Tive a grande honra de ser uma das pessoas agraciadas neste ano. Agora sou oficialmente cidadã cabofriense! Foi para mim uma noite de muita emoção e alegria, pois este título oficializou o que há muitos anos trago em meu coração, que é o sentimento de ser de casa, de ser cabofriense. Cabo Frio é uma cidade naturalmente encantadora. Mesmo atravessando diversos problemas nos dias atuais, mantém-se acolhedora, merecendo de nós toda a atenção, pois sua natureza é um presente divino do qual devemos cuidar com carinho e respeito.

Alair Corrêa e o advogado Carlos Magno receberam a medalha Major Belegard, maior honraria concedida pela Casa a personalidades que se destacaram em realizações na cidade.

Agradeço a presença do meu marido Hairon, dos meus queridos amigos convidados, aos ilustres vereadores da Casa, em especial ao ver. Silvan Escapini, que me agraciou, e finalmente agradeço ao querido prefeito eleito Alair Corrêa, que, por ter sido um dos melhores prefeitos do Brasil há alguns anos atrás, me fez encantar ainda mais com a cidade. Alair, ao ser receptivo com meu trabalho de divulgação da cidade nestes últimos anos, abrindo as portas para mim, mostrou ser um cabofriense de mente aberta, que pratica verdadeiramente aquela frase de Vitorino Carriço, no hino da cidade, que diz  Forasteiro, não há forasteiro, pois nesta terra todos são iguais..

Muito obrigada, Cabo Frio!

Luciana G. Rugani

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Crer no Melhor

 

 

Existe uma verdade mais verdadeira do que aquela que não é verdadeira somente num momento ou numa época, mas que é verdade em qualquer tempo?
Sem dúvida temos aquela verdade que age como muletas, que amparam o nosso emocional por um tempo e temos aquela verdade que existe, mas que não conseguimos acompanhar ou adotar, mas que é uma verdade eterna.
No que tange ao homem, este foi criado para ser vencedor em qualquer situação.
O ser humano sabota a si mesmo de forma inconsciente.
Acredita no negativo e na sua incapacidade de vencer em alguns departamentos da vida.
O homem nasceu e cresceu, mas nem sempre o emocional acompanha a maturidade do que é apresentado pelo corpo material.
Por vezes encontramos crianças com capacidade emocional muito superior a de seus pais.
O que os pais não entendem às vezes é que aquele ser ainda jovem traz uma bagagem que foi desenvolvida em outros tempos e que nascem novamente na intenção de ampliá-la e ao mesmo tempo de ser um aprendiz.
Todos somos professores e neófitos, não deixar passar as oportunidades de ampliarmos os nossos conhecimentos relacionados ao nosso ser é algo esfuziante.
Existe, de fato, em nosso interior uma pessoa que está a espera de ser reconhecida e acreditada naquilo que quer expressar.
Muito do que precisamos na vida é aprender a acreditar no melhor. É ter a consciência de que dentro do que sabemos e do que somos, podemos sempre ter em mente uma meta que nos direcione e nos dê sentido.
Quando vivemos acreditando nos problemas, nas doenças, nos medos, na pobreza e em outras coisas que criam uma névoa que dificultam a nossa visão frente à realidade, é neste momento que apostamos no pior, mas ter noção de que em outro momento o nosso entendimento mudará é a constatação de passar a crer na Vida e num futuro maravilhoso.
A quantidade de escadas, curvas, montanhas não são bichos papões a nos assustarem e nem mesmo impedimentos para nossa caminhada.
Olha gente, é isso que precisamos entender e que faz toda diferença.
Veja bem: “Você tem o poder e foi criado para dar certo em tudo o que faz”.
Você não é só um pedaço de carne que anda, come e fala ou uma pessoa desprestigiada, ou sem significância. Não você não é e não poderá nunca vir a ser, pois desta forma estaria contrariando a lei de Deus, que é um ser perfeito e eterno.
Já que nascemos para dar certo, o que precisamos fazer no momento para mudar o foco desta ignorância?
É imprescindível passar a crer no melhor.
Jesus disse a Tomé quando duvidou da sua aparição:
“Bem aventurados os que não viram e creram…”
Esta é a frase que representa tudo o que foi dito até agora e que nos remete a uma verdade que sobressai em todas as épocas, firmando o amor, a ação e a esperança.
Hairon H. de Freitas.

 

Yanni – Aria

“Aria” é vagamente baseado em uma peça curta, mas muito bonita.

Ópera francesa do século 19, Lakme, por Delibes Leo.

Yanni reviveu ARIA com muita paixão nesta produção maravilhosa na Acrópole.

O resultado é este ato fantástico para toda a nação grega e para o mundo!

Os Entraves

Nós, os seres humanos, na maioria das vezes, somos capazes de criar as maiores barreiras em nossa própria vida, como se quiséssemos atrapalhar a nossa própria caminhada rumo ao progresso. Tudo vem da nossa imaginação, do que sabemos e aplicamos no dia a dia.

Convencidamente acreditamos que evitando o enfrentamento de uma situação seremos salvos de algo pior, sendo que na realidade é o inverso. Tudo que acomodamos ou evitamos vai crescendo em proporção absurda e vai nos reduzindo em capacidade como fez a bruxa (mente) transformando o belo príncipe (sentimento) em um sapo.

Somos seres criados por Deus para aprender de tudo e enfrentar as situações com sabedoria ou pelo menos com mais discernimento. Temos a vida que é bela e o próprio Deus a nos guiar, pois a partir do momento que estamos prontos tudo nos é apresentado. É neste momento que precisamos entender que não precisamos colocar mais um obstáculo ao nosso progresso, já que, se obstarmos ou temermos a situação, ela se tornará cada vez mais insustentável, sabendo que as suas consequências são reflexos diretos de nossa condição de querer continuar ignorando a vida.

A vida não aceita isto, pois ela quer liberdade e impetuosidade para se mostrar. Somos assim mesmo em nossa essência,  somos capazes de vestir a nossa armadura, empunhar a nossa espada e voltar os nossos olhos para a bela princesa que representa o há de melhor em nosso mundo interior.

Pelo visto nós temos atitudes inadequadas de nos colocarmos perante a vida com uma falsa modéstia, ou pela vaidade que invade nossa mente e argumenta para evitarmos nos expor plenamente na vida.

Esta diretriz fracassada não é aceita pela vida, já que todos somos fortes o suficiente para tomarmos da charrua e validarmos o nosso próprio futuro cheio de realizações.

A vida é assim mesmo, cheia de experiencias a serem materializadas que só se tornam palpáveis através de nossa vontade que deve ser determinada e corajosa, pois somente assim deixaremos de ser o sapo que a bruxa nos outorgou.

Não resistamos a esta força que nos faz crescer e esqueçamos as inverdades e as ilusões que nos queiram conter numa postura jungida.

Hairon H. de Freitas.

Ave Maria.

Musica que encanta é aquela que toca diretamente a alma, é aquela que nos deixa extasiado, que nos transporta ao ambiente ou local que não conhecemos pela mente, mas conhecemos bem pelo coração. É aquela música que preenche o vazio e que nos faz volitar como se estivéssemos na presença dos anjos, é aquela que nos capacita a sermos uníssono com as belezas que Deus criou. É aquela música que nos deixa a sensação de ter participado um pouco do equilíbrio do momento. É aquela que restaura a saúde através da cura do espirito ignorante. É aquela que nos lembra o maior benfeitor que já pisou na Terra, que nos faz recordar o Mestre dos Mestres. Aquele que em especial momento esteve entre nós, por amor, pela compaixão do Pai Maior que nos ama sem fim. Nos faz lembrar da grandeza de espírito que trabalhou em prol de toda humanidade, curando os cegos (que ignoravam o amor), os paralíticos (que não aceitavam as mudanças para o melhor), os enlouquecidos (que orbitavam na maldade). Esta música nos faz lembrar também que Deus é mãe e como tal nos enviou a Mãe Santíssima que com tanto amor pela humanidade deixou aqui sua luz que brilha até hoje.

Contudo que foi dito, acredito que a luz do mundo continua brilhando e o ser humano se torna melhor a cada dia. Apesar de alguns ainda não aceitarem a caminhada para o amor, a grande maioria vai iniciando nos passos inevitáveis do progresso sem fim. Aquele progresso que grita em nós à medida que nos tornamos mais conscientes e amorosos.

Estamos apenas dando alguns passos na direção do Cristo e a sensibilidade é o caminho que devemos adotar. É ela que nos convida e abre as portas do coração endurecido que não consegue enxergar as belezas e maravilhas do mundo.

Ao iniciarmos acariciando nossa alma, o nosso coração vai se tornando mais leve e amoroso com tudo e com todos.

Jesus nos disse de tudo que ele vivia, por isso que suas palavras estão até hoje nos acariciando os ouvidos, curando nosso espírito da ignorância do desamor.

Muita Paz!

Hairon H. de Freitas.