Viver é correr riscos

Rir é correr risco de parecer tolo.

Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.

Expor seus sentimentos é correr o risco
de mostrar seu verdadeiro eu.

Defender seus sonhos e idéias diante da multidão
é correr o risco de perder as pessoas.

Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.

Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.

Mas os riscos devem ser corridos,
porque o maior perigo é não arriscar nada.

Há pessoas que não correm nenhum risco,
não fazem nada, não têm nada e não são nada.

Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões,
mas elas não conseguem nada, não sentem nada,
não mudam, não crescem, não amam, não vivem.

Acorrentadas por suas atitudes, elas viram
escravas, privam-se de sua liberdade.

Somente a pessoa que corre riscos é livre!

Seneca.

(Estátua de Seneca em Roma)

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O Brasil está mudando.

O Brasil está mudando, o povo está dando o seu recado da forma mais respeitosa e inteligente que se pode conceber. O que acontece de ruim são alguns aproveitadores que infiltram e tentam macular o progresso social em nosso país.
O mundo inteiro está ouvindo o que o brasil está dizendo, eles não assistem somente as seleções, eles preocupam muito com o Brasil que interage com eles.
Não há mais volta, este movimento ficará na história de um povo que não aguenta mais as corrupções e o descaso do governo para com um povo sem educação, sem saúde e sem o que comer.
A oportunidade da mudança se dá com esta juventude que enxerga com indignação o caminho que o famoso “jeitinho” tomou e insistem nesta mudança pra já.
Parabéns povo brasileiro por ter suportado o ônus arbitrário, imputado a esta nação tão acolhedora e disposta.

Hairon H. de Freitas

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BRASILEIRA RETRATA NO EXTERIOR A REALIDADE DO BRASIL

DEU NO BLOG: http://www.carpediemluciana.com/2013/06/brasileira-retrata-no-exterior.html

O vídeo abaixo foi feito por uma brasileira que vive nos EUA e retrata a realidade brasileira que, em outros tempos, ficaria oculta dos países estrangeiros. É muito interessante ver a hipocrisia dos discursos contrastando com a realidade das imagens do que verdadeiramente vem acontecendo por aqui.
E vale ressaltar que não é de agora que tudo isso (corrupção, alta carga tributária, serviços essenciais precários, etc.) acontece. Há anos sofremos com os desmandos dos governos; com a carência e precariedade dos serviços públicos, apesar do alto volume de dinheiro que entra oriundo dos impostos; violência; etc. Precisamos estar atentos para não virarmos massa de manobra nas mãos dos membros de partidos A ou B interessados somente em trocar o poder fazendo-o voltar para suas mãos. Todos os partidos são responsáveis pelas mazelas brasileiras, a partir do momento em que utilizam os recursos da máquina pública como moeda de troca em seus acordos, fazendo da administração um meio de obter vantagens pessoais ou partidárias.
Assistam ao vídeo abaixo, e compartilhem! É muito importante divulgar a realidade em que vivem os brasileiros, para que caia por terra a fantasia de querer mostrar o que não se é, esconder a sujeira embaixo do tapete e assim, cada vez mais, empurrar a solução dos problemas fazendo com que o Brasil continue seguindo em seu eterno baile de máscaras.

Luciana G. Rugani

Uma Lição de Equilíbrio !

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Eu acompanhava um amigo à banca de jornal.
Meu amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas, como retorno, recebeu um tratamento rude e grosseiro.
Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, meu amigo sorriu atenciosamente e desejou ao jornaleiro um bom final de semana…
Quando descíamos pela rua, perguntei:
– Ele sempre lhe trata com tanta grosseria?
– Sim, infelizmente é sempre assim.
– E você é sempre tão atencioso e amável com ele?
– Sim, sempre sou.
– Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você?
– Porque não quero que ele decida como eu devo agir.
– Nós somos nossos ‘próprios donos’. Não devemos nos curvar diante de qualquer vento que sopra, nem estar à mercê do mau humor, da mesquinharia, da impaciência e da raiva dos outros.
– Não são os ambientes que nos transformam e sim nós que transformamos os ambientes.

Autor Desconhecido.

Conte uma História

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Todos nós precisamos aprender a contar histórias.

Todos grandes homens são bons contadores de histórias.

As histórias trabalham o nosso emocional, à medida que vamos contando uma história e principalmente se a mesma possui um embasamento, tudo vai sendo revelado, construído e sendo acabado com o melhor que existe em nossa consciência.

É mentira quem diz que não possui histórias para contar.

Não é verdade que uma pessoa que passe pela vida não possua coisas para contar, sobre suas aventuras e descobertas. Coisas que fizeram você tremer ou se alegrar, que o entristeceram ou que o fizeram acreditar.

Na vida todos temos oportunidades, se ontem fomos homens das cavernas, hoje já conseguimos curar diversas doenças e amanhã viajaremos para outros planetas.

A vida é uma evolução constante, nada é pra ontem, mas tudo é pra hoje. E uma das coisas que mais precisamos trabalhar neste momento é o desenvolvimento de nosso emocional.

Neste laboratório que permite o desabrochar e a revelação de uma consciência maior, encontra-se um homem intempestivo, ansioso e desacreditado de si mesmo.

Acredito que o homem precisa se encontrar, assim como a raposa encontrou com o pequeno príncipe, o qual, num ato de grande sabedoria, conseguiu esclarecer todas as ânsias do menino, representação da infância de nossas emoções.

Ainda temos dificuldades tremendas de nos auto-analisar sobre cada sentimento experimentado, mas de uma forma simples, somos capazes de descrever cada sentimento, se ele é bom ou ruim. Assim sendo, poderemos valorizar o maior número dos que nos permitem uma sensação mais agradável, mesmo que em diversos momentos precisemos dizer não, aguarde um momento, farei amanhã, et cetera e tal…

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Considero que contar histórias é uma forma de trabalhar o nosso emocional, pois à medida que vamos contando, vamos experimentando novamente o que se passou, podemos interpor com a nossa consciência sobre uma solução final mais agradável que nos leve a perdoar ou a nos arrepender. É na verdade uma forma de terapia que os profissionais da área utilizam, conduzindo seus pacientes a uma atitude emocional mais equilibrada que almeja a perfeita paz de consciência.

Hairon H. de Freitas.

Deu na Folha Fluminense

Abro espaço aqui para apresentar um artigo de grande importância na divulgação de nosso bem preciosíssimo, que se chama Natureza.

Luciana G. Rugani transmite em suas palavras o que vem acontecendo com as nossas praias e o que precisamos fazer para melhorar os nossos hábitos.

Ondas do Peró é uma entidade que busca esclarecer e educar, através do exemplo.

Através do trabalho ativo e inteligente Marcelo Valente traz a proposta para uma sociedade que precisa entender a preciosidade existente no seu meio ambiente.

Segue abaixo a matéria que saiu no jornal o Globo e agora sai na Folha Fluminense.

Parabéns!

Caso não consigam ler a matéria, salvem a imagem no PC e ampliem.

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O Crente e o Ateu

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No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês.

O primeiro pergunta ao outro:

– Você acredita na vida após o nascimento?

– Certamente. Algo tem de haver após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.

– Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?

– Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.

– Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Eu digo somente uma coisa: A vida após o nascimento está excluída – o cordão umbilical é muito curto.

– Na verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.

– Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida. E, afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.

– Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.

– Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?

– Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.

– Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não existe nenhuma.

– Bem, mas, às vezes, quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando ou sente como ela afaga nosso mundo. Saiba, eu penso que só então a vida real nos espera e agora apenas estamos nos preparando para ela…

 Agora, responda:

“O que é a vida e o que é a morte?”

CARPE DIEM: EMBAIXADORES DA ALEGRIA: CARNAVAL COMO FERRAMENTA DE INCLUSÃO

Eu entendo a evolução da raça humana através dos feitos destas pessoas que tiram proveito de uma dificuldade, como o inglês Paul Davies criador da escola.
Entendo também, que o ser humano só poderá ser cada vez melhor, através dos feitos que beneficiem o próximo.

Hairon H. de Freitas.

Deu no blog http://www.carpediemluciana.com/2013/02/embaixadores-da-alegria-carnaval-como.html

Veja o texto abaixo de Luciana G. Rugani:

Estamos na semana que antecede o carnaval, por isso hoje eu gostaria de aproveitar para falar um pouco pra vocês sobre um lindo trabalho realizado com deficientes na cidade do Rio de Janeiro, e que tem o carnaval como instrumento.
Trata-se da “Embaixadores da Alegria”, uma organização social, fundada em 2006, que visa promover a inclusão social e emocional dos deficientes através do carnaval. O inglês Paul Davies (hoje presidente de honra da escola), amante do samba e da cultura carioca, teve uma grave crise na coluna que o impossibilitou de desfilar. A partir deste seu sofrimento momentâneo, colocou-se no lugar daqueles que perpetuamente se encontravam impossibilitados de curtir o carnaval e surgiu a ideia de fazer uma escola de samba para pessoas com qualquer tipo de deficiência. Uniu-se, então, ao empreendedorismo de Caio Leitão (atual presidente da escola) e estava pronta a fórmula de sucesso de um maravilhoso trabalho social.A “Embaixadores” é uma escola de samba composta por deficientes e que todos os anos abre o desfile das campeãs no carnaval do Rio. Mas seu trabalho adquiriu maior amplitude, indo muito mais além das atribuições de uma escola de samba. Suas ações se dão em duas frentes: cultural e social.
No âmbito cultural, através da escola de samba e das oficinas profissionalizantes de carnaval, com atividades teóricas e práticas relacionadas ao assunto, há a preocupação de capacitar seus alunos e abrir-lhes possibilidades de emprego. Há também a promoção de eventos e encontros variados durante o ano, inclusive eventos internacionais. No âmbito social, busca-se a inclusão emocional e social dos alunos, inclusive com um núcleo de atendimento especializado para seus amigos e familiares. São prestados também serviços de acompanhamento psicológico, consultoria jurídica e palestras motivacionais aos participantes do projeto.
Neste ano, o enredo da escola será “Mãe da Alegria”, em homenagem a todas as mães, especiais ou não. A imagem ao lado é a foto da camisa que será usada no desfile, e nela encontramos pequenas fotos de todas as mães participantes. Entre elas, encontra-se a foliona Elizabeth Marge, animadíssima e incansável batalhadora pela causa da acessibilidade na capital. Beth, a carioca mais cabo-friense que conheço, e, assim como eu, uma cabo-friense de coração, também contribuiu bastante para que, anos atrás, a ideia da acessibilidade germinasse e ganhasse força na cidade de Cabo Frio, no interior do estado do Rio. Hoje o assunto faz parte da agenda de políticas públicas da cidade.
Vale assistir ao vídeo abaixo para conhecer um pouco mais sobre este maravilhoso trabalho de cidadania que busca, antes de tudo, promover a alegria e a autoestima dos deficientes. É, sem dúvida nenhuma, uma ideia que merece ser  bastante divulgada e que seria muito interessante se dela fossem geradas iniciativas semelhantes por este Brasil afora.
Luciana G. Rugani

CARPE DIEM: EMBAIXADORES DA ALEGRIA: CARNAVAL COMO FERRAMENTA DE INCLUSÃO.