Ensinamentos de Divaldo em seus 90 anos.

Fico sempre muito feliz ao ver e ouvir os ensinamentos de Divaldo Franco, fico feliz também por Haroldo Dutra estreitar a distância nos trazendo o presente de ouvir as palavras incentivadoras e elucidativas de Divaldo Franco.
Segue o vídeo: https://youtu.be/cynlHK_4KUs
Não deixem de assistir são lindas as palavras.

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Nossos Sentimentos.

sentimentos

 

Sentimento, este é o nosso modo de vida, a nossa estratégia para alcançarmos algo que nos falta, algo novo que pode acontecer e que todos nós precisamos apreciar e habituarmo-nos a conter em nosso âmago.
O sentimento cresce para o bem quando nos determinamos a não esmorecer diante das limitações e dificuldades da vida, principalmente quando localizamos a nossa revolta e a nossa falta de compreensão para com as contingências usuais, determinadas por nossa própria maneira de viver.
O Sentimento é a nossa própria oportunidade para o controle total sobre os nossos pensamentos mais secretos, aqueles que vivem em nós e que fazem parte de nosso orbe, podendo ser um temor, uma angustia, uma alegria ou uma realização prazerosa.
Tudo isto nos dá forças ou mina toda a nossa energia, dependendo do caminho que seguimos e dos objetivos que almejamos.
Fato é que o controle está em nossas mãos e Deus está nos amando do mesmo jeito, apesar de, às vezes, as nossas escolhas serem impróprias para um futuro sadio.
Buscando novos pensamentos e imaginando: a benção dos anjos juntamente com a beleza das flores, dos raios do sol ao amanhecer, irradiante e magnífico. Sentindo o ar que penetra nossos pulmões renovando e oxigenando nosso sangue que é vida.
É este hábito que passamos aqui a apreciar e a fortalecer, pois ele vai nos propiciar um novo campo onde a grama se encontrará verde e orvalhosa.
Com certeza depende de nós buscarmos o melhor em nós mesmos e para isto podemos contar com as boas lições que o mestre deixou no sermão da montanha.
Muita Paz!
Hairon H. de Freitas.

Conte uma História

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Todos nós precisamos aprender a contar histórias.

Todos grandes homens são bons contadores de histórias.

As histórias trabalham o nosso emocional, à medida que vamos contando uma história e principalmente se a mesma possui um embasamento, tudo vai sendo revelado, construído e sendo acabado com o melhor que existe em nossa consciência.

É mentira quem diz que não possui histórias para contar.

Não é verdade que uma pessoa que passe pela vida não possua coisas para contar, sobre suas aventuras e descobertas. Coisas que fizeram você tremer ou se alegrar, que o entristeceram ou que o fizeram acreditar.

Na vida todos temos oportunidades, se ontem fomos homens das cavernas, hoje já conseguimos curar diversas doenças e amanhã viajaremos para outros planetas.

A vida é uma evolução constante, nada é pra ontem, mas tudo é pra hoje. E uma das coisas que mais precisamos trabalhar neste momento é o desenvolvimento de nosso emocional.

Neste laboratório que permite o desabrochar e a revelação de uma consciência maior, encontra-se um homem intempestivo, ansioso e desacreditado de si mesmo.

Acredito que o homem precisa se encontrar, assim como a raposa encontrou com o pequeno príncipe, o qual, num ato de grande sabedoria, conseguiu esclarecer todas as ânsias do menino, representação da infância de nossas emoções.

Ainda temos dificuldades tremendas de nos auto-analisar sobre cada sentimento experimentado, mas de uma forma simples, somos capazes de descrever cada sentimento, se ele é bom ou ruim. Assim sendo, poderemos valorizar o maior número dos que nos permitem uma sensação mais agradável, mesmo que em diversos momentos precisemos dizer não, aguarde um momento, farei amanhã, et cetera e tal…

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Considero que contar histórias é uma forma de trabalhar o nosso emocional, pois à medida que vamos contando, vamos experimentando novamente o que se passou, podemos interpor com a nossa consciência sobre uma solução final mais agradável que nos leve a perdoar ou a nos arrepender. É na verdade uma forma de terapia que os profissionais da área utilizam, conduzindo seus pacientes a uma atitude emocional mais equilibrada que almeja a perfeita paz de consciência.

Hairon H. de Freitas.

Yanni – Aria

“Aria” é vagamente baseado em uma peça curta, mas muito bonita.

Ópera francesa do século 19, Lakme, por Delibes Leo.

Yanni reviveu ARIA com muita paixão nesta produção maravilhosa na Acrópole.

O resultado é este ato fantástico para toda a nação grega e para o mundo!

Beethoven – Sinfonia n º 9 (10000 japonês)

Como é bom tirarmos um tempo para apreciarmos o que os grandes mestres da música trouxeram para nós, assim conseguiremos entender um pouco da proximidade de Deus para com o homem.

Esta obra nos traz uma parte técnica altamente rebuscada de uma primazia volitante.

Ela nos deixa extasiados com tanta beleza, comovendo-nos as lágrimas.

É grandioso este encontro de pessoas que levam na voz uma forma de cantar a Deus e mostrar ao homem que a sensibilidade transforma corações que se encontram em guerra.

Só o louco consegue ouvir uma sinfonia e desprezar a beleza que promove na formação do caráter.

Agradeço o canal que postou: mr23monkey

Hairon H. de Freitas

Somos Seres Humanos

Somos todos seres humanos, portanto voltados ao aprendizado e ao progresso.

Segundo o que reza a evolução, compreendemos facilmente o que passamos desde a caverna que habitávamos e refugiávamos, nos tempos idos.

Cabe a nós perceber o que podemos fazer por nós mesmos, saindo desta caverna que ampara o medo e a ansiedade. Donde aglutinamos forças ao egoísmo e ao orgulho esquecendo que somos parte de um Todo e que nunca seremos apartados deste meio, mesmo que queiramos posicionar nesta esfera imprudentemente traçada.

O sentimento é gritante em nós.

O sentimento provoca o real e o substancioso, criando laços bons ou maus.

O sentimento não deve ser abafado ou escondido nesta caverna escura e angustiosa.

A evolução pode ser racional e sentimental, como na orquestra sinfônica que toca aos nossos ouvidos traduzindo os bens mais preciosos da vida, que irmana com o que há de melhor em nós mesmos.

Ao sairmos da caverna sentimos o medo do que nos é apresentado, então voltamos a nos refugiar como seres inconsequentes vivendo numa indolência atroz.

Somos mais do que isto.

Somos seres humanos já capacitados em sentir e daí, somente daí partirmos em busca do melhor, sem a hipocrisia ditatória dos milênios.

Hoje vivemos parcialmente, lotados pelo que o outro pensa de nós. Nesta busca do conceito do outro, negligenciamos o que eu sinto e como participo da vida.

A vida é uma abundância só e viver é estar no Todo que encara os nossos sentimentos valorizando o que temos de melhor e o que realmente faz parte de nós.

O sentimento é um dom de Deus e não pode ser esquecido, parecendo que; o que sentimos pode ser reprovado pelo o que os outros pensam e sentem.

Este é um ditame implantado em nossa persona na mudança evolutiva do ser, donde saímos do animal ao hominal em busca constante e normal do crescer.

O que assistimos hoje e está sendo posto em cheque é o homem já inteligente, podendo interagir consigo mesmo, escondendo seu sentimento como se fosse feio. Vemos o homem ouvir as frases e tendo de acreditar nas mesmas como se verdadeiras fossem; “homem não chora”, olha só o que está inserido nesta frase: o homem não expressa seus sentimentos. Por Deus, porque o homem possui sentimento e canal lacrimal?

A natureza é sábia e não pode ser ignorada adotando frases deste tipo que parecem colocar o homem num pedestal de fortaleza, sendo que na verdade o coloca, sim num hospital para tratar o que ignorou sentir.

O homem como dissemos anteriormente é humano e como tal precisa voltar ao seu equilíbrio natural, não mais retalhando o seu sentimento, levando-o para a caverna interior e fechando-a em seu ego medroso e arbitrário.

O homem é produto do meio que o antecede e o criou, mas fazer parte do coronelismo que no século passado se impôs é não querer evoluir.

Chorar é humano és-te;

Falar das coisas bonitas da vida é humano és-te;

Ser bom e compreensivo é humano és-te;

Ser sensível é humano és-te.

Temos muita coisa que não mais precisamos. O sentimento de raiva que é distorcido e que não impulsiona ao crescimento, e que vive na mágoa; é um sentimento do qual não mais precisamos manter.

A raiva é como um cavalo selvagem que parece indomável e só o entendemos quando tentamos compreender o quão semelhante somos dos outros que também sentem raiva. Completando o ciclo da projeção do sentimento que mais conhecemos nos rendemos à raiva.

Assim passamos a vida valorizando este sentimento de raiva em detrimento do sentimento compreensivo e amoroso do bem.

O momento é de acordar em busca de novos sentimentos. Sentimentos que elevam a nossa capacidade moral e esclarecedora do ponto de vista de compreensão para com nós mesmos e com o outro.

É o início do passo firme e prudente, que conta com a nossa capacidade de viver com o pé no chão, sabendo o que quer mudar e quão benéfico é esta mudança.

Sendo assim valorizemos nossos sentimentos encontrando a fortaleza interior que dá chance ao progresso e ignora os sentimentos mórbidos que escraviza e encaverna o ser humano que estaciona diante do progresso.

Na evolução não existe idade, frase como: “pau que nasce torto, morre torto”, é outro ditado que funciona só para árvores e não para nós seres humanos. Todo mundo que erra, tem o direito de reparar para continuar a viver e ter satisfação diante da vida.

Somos frutos de Deus e como tal somos capazes de crescer diante dos sentimentos mórbidos e de nossos erros do passado.

O que aconteceu há um minuto já é passado e se arrependermos poderemos brindar com a taça de cristal que acolhe o líquido que a preenche. Sendo este líquido o vinho verdadeiro que Jesus transformou em uma festa de casamento, originando o dito; “Bodas em Caná na Galiléia”, mostrando que o homem pode transformar sua vida e acreditar em si mesmo para crescer através do tempo com seus erros e acertos, e continuar a crescer no sentido melhor, que é o do amor.

Conclusivamente sentir-se preso na caverna é ignorar os bons sentimentos da vida e dar crédito ao sentimento mórbido e egoístico.

Nunca deixaremos de sentir, o que precisamos é: direcionarmos os nossos sentimentos para o progresso do “homem novo” que se faz presente a partir do momento em que optamos em valorizar os bons sentimentos.

Sorrir ao sentir-se bem, mas chorar quando necessário for;

Fazer planos é dar sentido a vida, é fazer desde coisas simples, como organizar a hora do café, do almoço ou do banho. É programar uma viagem, uma conversa e se dar por inteiro.

Em tudo que fizermos coloquemos o nosso ânimo, adotemos a atitude de dar valor ao que os outros acreditam, mesmo que para nós seja um passo já trilhado. Não ajamos com falta de educação ou desprezo pela fala do próximo, principalmente de nossos entes mais próximos e mais queridos.

A educação é um passo fundamental para adotarmos uma disciplina que nos faça crescer com disposição e legitimidade. É uma característica nobre do ser que se programa para dar um passo com presteza e delicadeza.

Daí nasce o sentimento nobre de sermos bons no que fazemos e prósperos no que recebemos.

Tudo na vida tem o seu significado próprio.

Somos seres únicos, viventes em uma individualidade que pode ser castradora ou confortadora dentro de um sentimento aceito como satisfatório para experienciarmos o novo.

Se for consonante com a lei divina, inscrita em nossa consciência, sentiremos bem, mas senão for boa sofreremos e adquiriremos o embotamento do sentimento reparador que será aprisionado na caverna do medo e da indiferença.

A indiferença é um passo perigoso e desencorajador, que exclui e mata, que aprisiona e destrói vivendo dentro egoísmo de que só eu preciso, desmontando no outro os melhores atributos de crescimento nobre diante da vida.

No fraco que recebe a indiferença o sentimento é triste e desconsolador. É atropelador de sua vontade própria que valida à meta almejada.

Como vemos a educação é um principio básico na evolução, no progresso de nosso sentimento que precisa ser valorizado.

Acreditar em nossos melhores sentimentos é ser forte, constante, consciente, amoroso e vitorioso diante da vida. Assim seremos seres humanos em busca do novo ser que é o angélico.

Muita Paz!

Hairon H. de Freitas