Nos dias atuais!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nos dias atuais, mais do que nunca, precisamos colocar em xeque qualquer tipo de informação ou notícia que nos chegue. Nas redes sociais é onde encontramos uma facilidade enorme para replicar conteúdos mentirosos criados com intuito de manipular ou gerar discórdia. É importante que pensemos muito antes de qualquer postagem que incite à violência, quando muitos, mesmo sabendo que uma notícia é mentirosa, assim mesmo postam, abolindo qualquer sentido ético.
O momento que estamos vivendo é extremamente sensível. A maioria dos habitantes do planeta está preocupada e sofrendo, de alguma forma, em decorrência do vírus, seja pelo isolamento social ou pela fome. No entanto, existem outros diversos sofrimentos, como o da ansiedade, que pode levar muitas pessoas a atitudes extremas.
Mais do que em outros dias, faz-se necessário intensificarmos a nossa fraternidade e as nossas boas intenções. Neste momento, não nos cabe mais projetar dardos venenosos para atacar ou denegrir as outras pessoas, sejam elas de qualquer credo, país, cor, raça, partido político ou classe social. É hora de darmos as mãos e procurarmos acalmar nossos ímpetos mais rebeldes, é hora de nos apequenarmos e fugirmos do orgulho, causador de tantas discórdias.
É hora de agirmos com a inteligência, concedendo, a nós mesmos, momentos de paz e de amor que nos elevem a uma melhor condição espiritual e emocional. Neste momento, precisamos nos unir em uma corrente de solidariedade para melhorar as vibrações que se somam nos quatro cantos do mundo, pois as boas vibrações são determinantes para que Deus, em sua infinita misericórdia, permita que a cura possa ser acelerada ou mesmo que o vírus seja reduzido em nosso meio.
Não podemos mais orar a Deus pela cura e, ao mesmo tempo, praguejar que esta nação ou aquela seja derrotada, ou mesmo pedir proteção por nossos familiares e ao mesmo tempo praguejar contra qualquer outra pessoa, seja ela quem for.

Hairon H. de Freitas

Algo sobre o momento de recolhimento que acontece em toda Terra.

O momento é de voltarmos para o coração.
O pior sentimento é o de que estamos traindo Jesus, o amado Mestre.
Precisamos buscar forças em nós, para entendermos a necessidade do momento, de participarmos da construção e da solidificação do amor em nós mesmos.
Não adianta imaginarmos uma Nova Terra, onde a tolerância, o amor, a paz e a saúde estejam reinando, se não solidificarmos estes sentimentos aqui e agora.
O momento é de difícil compreensão para todos nós que estamos sofrendo pela necessidade do recolhimento forçado, ocasião em que muitos estamos angustiados por uma diversidade de situações impostas pelo meio material e espiritual.
O amor precisa sobrepor-se nesse momento tão sensível. Precisamos ultrapassar as nossas limitações e buscar, dentro do nosso cadinho forjado pelo tempo, e que, por isso tornou-se imensamente resistente, aquela força que está escondida, envolta pelo medo e pela desesperança do instinto básico de sobrevivência, o sentimento de fraternidade que reconhece em todos os seres o irmão necessitado de atenção, de carinho e de amparo, seja ele emocional, espiritual ou material.
Nesse momento, estamos todos numa prova de fogo na qual precisamos continuar caminhando, apesar do medo, para acendermos a luz em nosso coração. Luz para brilhar um pouquinho mais em nossos pensamentos, emoções e atitudes.
Não podemos jamais nos esquecer do pedido de Jesus para todos que queiram colaborar com a obra do Pai, em Mateus 28:20, quando disse: “ensinai-lhes a observar tudo o que vos tenho ordenado. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim dos tempos”. Sendo assim, com o pouco de evangelho que já depositamos em nosso coração, com a esperança e a consciência de que não estamos desamparados, podemos agir de alguma forma no meio em que estamos. Temos consciência do muito que precisa ser feito, mas, dentro de nossas limitações, podemos fazer o pouco que nos cabe, como nos disse Madre Teresa de Calcutá: “O que eu faço é uma gota no meio de um oceano, mas sem ela o oceano será menor”.
Que Jesus, o amado Mestre, nos abençoe, sempre!
Hairon H. de Freitas

Falando com o coração – Amor

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com Lú

O amor não acaba,
o amor só aumenta.
Experimente uma frase,
Espere mais e comente.

Seja velho, seja jovem,
Esqueça o tempo que passou.
O momento é agora,
Aproveite tudo com amor.

Não chore, não clame,
Seja firme, seja honesto.
Não viva mau seus sentimentos,
Aos restos estranhos, acalento.

Contudo o amor revigora,
Mesmo no atrapalho da hora,
Volta sempre sem demora.

O amor é sem fim,
É eterno em mim,
Consciente estou,
Quando estou com amor.

Hairon H. de Freitas
15/7/2019

Meu limite, meu equilíbrio.

Meu Deus, não sei o que dizer,
Quando em momento angustiante,
Perco a minha órbita
Para compor outra.

Até quando ficarei atormentado,
Esperando com o medo,
Continuando a fazer parte,
De minha vida e de meu querer.

Fico triste e sem chão.
Na inquietude pelo não,
Sem história e sem equilíbrio,
Peço de volta algum brilho.

O entusiasmo vai embora,
Acovardado ergo o olhar
Não há limite que ultrapasse
Quem eu quero enxergar.

Mas Tudo é Deus
E Tudo é Vida
Peço de volta o valor
De orbitar o meu Amor

Hairon H. de Freitas
28/5/2019

Foto: Praia do Forte, Cabo Frio

De: Hairon H. de Freitas

Sentir raiva!


Para um guru, a raiva é falta de treinamento anterior; para a ciência, a raiva envenena o nosso corpo e, para o esoterista, a raiva mancha o nosso astral e desequilibra os nossos chacras.
Sentir raiva não é e nunca foi bom para quem sente, nem para quem a provocou, já que energias ruins estão percorrendo o espaço de um corpo para o outro.
É muito importante mantermos o nosso centro de equilíbrio através do nosso propósito de dominarmos a nossa razão.
A raiva é a inconsciência;
A raiva é a ignorância agindo;
A raiva é o desequilíbrio.
A raiva foi muito importante no passado, especificamente na era puramente irracional e animal onde o homem primata corria pelos campos, tanto para se alimentar, quanto para fugir de outros animais.
Hoje precisamos acima de tudo, desenvolver e viver o equilíbrio em nós e não esperarmos que o tempo esteja perfeito lá fora, não fazendo frio ou muito calor, que as pessoas sejam sempre boas para conosco, que estejamos numa situação financeira perfeita e que nós mesmos e todos os próximos estejamos em uma condição saudável.
A nossa raiva não é uma entidade à parte, mas uma entidade pode ser atraída pela nossa sintonia, portanto é importante sabermos que tudo nasce primeiramente em nós mesmos. Todos nós somos o centro gerador de intenções que poderão ser benéficas ou causar malefícios em nosso campo energético.
A raiva só encontra espaço em nossa mente, em nosso padrão mental, pelo fato de não nos encontrarmos atentos ao que pensamos e sentimos, assim cedemos espaço para que a raiva assuma esta área que se encontra de certa forma vaga, sem intenções de reforma intima e sem foco para o equilíbrio.
Para iniciarmos o nosso tratamento, é de grande importância que exercitemos a todo instante a tolerância e estejamos atentos às situações que poderão nos atingir e despertar a raiva dentro de nós. É importante também procurarmos entender e até mesmo compreender melhor as grandes limitações que possuímos, pois nós mesmos despertamos a raiva em pessoas próximas e desavisadas, mesmo que não queiramos, simplesmente por um padrão energético diferente.
A raiva, enfim, é uma força grandiosa que precisa ser canalizada para a realização no bem e não para a destruição, pois o poder da destruição proporcionado pela raiva pode nos transformar em seres animalescos, aqueles produzidos pelo cinema hollywoodiano, seres que não pensam e que só agem pelo instinto predatório e impulsivo.
Ao longo do tempo identificamos os sentimentos que despertam a raiva, como a ansiedade de querer fazer algo mais rápido e a indignação de funcionário por um patrão que prometeu pagar por produtividade, mas que nunca recebeu o montante adequado; como, quando descalços, topamos com o dedo mindinho numa pedra ou deixamos cair a manteiga no chão limpo, enfim são infinitas situações e possibilidades que, com o passar do tempo, aprenderemos a contornar mantendo o foco no equilíbrio.
Contudo, a nossa mudança não é e nunca foi da noite para o dia. Sabemos que são muitas implicações, muitas observações e aplicações práticas que deverão ser analisadas e inseridas em nossos hábitos diários, e também cabe a nós a perseverança, pois estamos construindo um novo homem e uma nova mulher para o infinito!

Hairon H. de Freitas

Uma Linda Canção!

O ser humano é um imitador nato. Quando o cantor entoa esta linda canção, as pessoas demostram seu carinho através dos gestos e suas feições são modificadas pela graciosidade da canção. Que possamos transmitir o amor em nosso caminho até chegarmos ao ponto em que, até mesmo calados, sem dizermos nada, mesmo assim transmitiremos a paz e ela tocará os corações, podendo levar aos prantos. Somos seres sensíveis e podemos valorizar o amor, sempre o amor!
Hairon H. de Freitas

Créditos: Neste vídeo assistimos a apresentação do cantor Martin Hurkens!

Ensinamentos de Divaldo em seus 90 anos.

Fico sempre muito feliz ao ver e ouvir os ensinamentos de Divaldo Franco, fico feliz também por Haroldo Dutra estreitar a distância nos trazendo o presente de ouvir as palavras incentivadoras e elucidativas de Divaldo Franco.
Segue o vídeo: https://youtu.be/cynlHK_4KUs
Não deixem de assistir são lindas as palavras.

Nossos Sentimentos.

sentimentos

 

Sentimento, este é o nosso modo de vida, a nossa estratégia para alcançarmos algo que nos falta, algo novo que pode acontecer e que todos nós precisamos apreciar e habituarmo-nos a conter em nosso âmago.
O sentimento cresce para o bem quando nos determinamos a não esmorecer diante das limitações e dificuldades da vida, principalmente quando localizamos a nossa revolta e a nossa falta de compreensão para com as contingências usuais, determinadas por nossa própria maneira de viver.
O Sentimento é a nossa própria oportunidade para o controle total sobre os nossos pensamentos mais secretos, aqueles que vivem em nós e que fazem parte de nosso orbe, podendo ser um temor, uma angustia, uma alegria ou uma realização prazerosa.
Tudo isto nos dá forças ou mina toda a nossa energia, dependendo do caminho que seguimos e dos objetivos que almejamos.
Fato é que o controle está em nossas mãos e Deus está nos amando do mesmo jeito, apesar de, às vezes, as nossas escolhas serem impróprias para um futuro sadio.
Buscando novos pensamentos e imaginando: a benção dos anjos juntamente com a beleza das flores, dos raios do sol ao amanhecer, irradiante e magnífico. Sentindo o ar que penetra nossos pulmões renovando e oxigenando nosso sangue que é vida.
É este hábito que passamos aqui a apreciar e a fortalecer, pois ele vai nos propiciar um novo campo onde a grama se encontrará verde e orvalhosa.
Com certeza depende de nós buscarmos o melhor em nós mesmos e para isto podemos contar com as boas lições que o mestre deixou no sermão da montanha.
Muita Paz!
Hairon H. de Freitas.

Conte uma História

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Todos nós precisamos aprender a contar histórias.

Todos grandes homens são bons contadores de histórias.

As histórias trabalham o nosso emocional, à medida que vamos contando uma história e principalmente se a mesma possui um embasamento, tudo vai sendo revelado, construído e sendo acabado com o melhor que existe em nossa consciência.

É mentira quem diz que não possui histórias para contar.

Não é verdade que uma pessoa que passe pela vida não possua coisas para contar, sobre suas aventuras e descobertas. Coisas que fizeram você tremer ou se alegrar, que o entristeceram ou que o fizeram acreditar.

Na vida todos temos oportunidades, se ontem fomos homens das cavernas, hoje já conseguimos curar diversas doenças e amanhã viajaremos para outros planetas.

A vida é uma evolução constante, nada é pra ontem, mas tudo é pra hoje. E uma das coisas que mais precisamos trabalhar neste momento é o desenvolvimento de nosso emocional.

Neste laboratório que permite o desabrochar e a revelação de uma consciência maior, encontra-se um homem intempestivo, ansioso e desacreditado de si mesmo.

Acredito que o homem precisa se encontrar, assim como a raposa encontrou com o pequeno príncipe, o qual, num ato de grande sabedoria, conseguiu esclarecer todas as ânsias do menino, representação da infância de nossas emoções.

Ainda temos dificuldades tremendas de nos auto-analisar sobre cada sentimento experimentado, mas de uma forma simples, somos capazes de descrever cada sentimento, se ele é bom ou ruim. Assim sendo, poderemos valorizar o maior número dos que nos permitem uma sensação mais agradável, mesmo que em diversos momentos precisemos dizer não, aguarde um momento, farei amanhã, et cetera e tal…

meditar

Considero que contar histórias é uma forma de trabalhar o nosso emocional, pois à medida que vamos contando, vamos experimentando novamente o que se passou, podemos interpor com a nossa consciência sobre uma solução final mais agradável que nos leve a perdoar ou a nos arrepender. É na verdade uma forma de terapia que os profissionais da área utilizam, conduzindo seus pacientes a uma atitude emocional mais equilibrada que almeja a perfeita paz de consciência.

Hairon H. de Freitas.

Yanni – Aria

“Aria” é vagamente baseado em uma peça curta, mas muito bonita.

Ópera francesa do século 19, Lakme, por Delibes Leo.

Yanni reviveu ARIA com muita paixão nesta produção maravilhosa na Acrópole.

O resultado é este ato fantástico para toda a nação grega e para o mundo!