Uma palavra ao coração!


Ninguém na terra sofre por querer, simplesmente estamos buscando a todo momento uma forma de entendermos a vida como ela se mostra.
O nosso querer nem sempre é percebido e as vezes nem sempre é correspondido, pois as nossas limitações e as nossas expectativas são enormes.
Aqui na terra vemos muitos tipos de sofrimentos diferentes, mas nunca ou quase nunca entendemos o porque de tanta dor sendo disseminada no planeta.
Mas, quando buscamos os nossos sentimentos mais profundos, aqueles que ficam esperando algum momento oportuno para se apresentarem, nos assustamos com a substancial presença desta força que movida como um vulcão vem causar mais dores ao mundo.
O ódio faz-se impregnado em todos que causam dores e o ressentimento e a mágoa transbordam sobre os que sofrem. É um misto indefinido de emoções que não podemos entender quando é um e quando é outro, pois, apesar de nomes diferentes, todos partem da mesma força.
Deus nosso Pai não gosta quando ferimos o outro, pois ele o ama profundamente, mas como ele ama o agressor também, então ele o corrige, pois todo pai e toda mãe precisam corrigir seus filhos para evitar mais dores no mundo.
A forma mais lúcida de vivermos bem é através do ensinamento do Mestre Jesus, quando nos disse muito sobre o amor, ensinando e exemplificando sempre.
Enquanto não acordarmos para o tratamento de nosso ódio, de nossa raiva, de nossa indignação, de nossa mágoa ou de nosso ressentimento, estaremos sintonizados com esta força danosa, a qual continuaremos realimentando-a e padecendo dos profundos sofrimentos.
Outra boa orientação deixada pelos grandes mestres é a prática da oração, da meditação e da autoanálise. Sabemos que dentro da nossa grande limitação, Deus nos convida a todo instante a cedermos de nosso orgulho, para que os nossos sentimentos de deixar passar e deixar ir estejam em nosso coração. Busquemos então o princípio de nossa cura com o maior psicólogo que existe, Jesus!
Hairon H. de Freitas

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Estamos vivendo no olho do furacão!

Morning Calm Weekly Newspaper Installation Management Command, U.S. Army / Flickr
O momento é extremamente sensível, agitado, conturbado tanto no sentido físico quanto espiritual.
Tenho notado que muitas pessoas estão reagindo às intempéries da vida de forma passional elevada ao quadrado. É assim que estamos vivendo neste planeta, que vem passando por um momento onde se fazem necessárias correções em nosso proceder no sentido minucioso de que devemos praticar cada vez mais a tolerância.
Uma guerra não nasce do acaso ou é criada de forma instantânea. Para evidenciar uma guerra, notamos a destruição: dos lares, de vidas de entes queridos, de boas intenções, de fidelidade entre amigos e do bem estar, pois a maioria das pessoas começou a passar fome, medo, raiva e muita indignação.
Podemos considerar que estamos numa guerra espiritual sem tamanho. Após milênios continuamos agindo de forma grotesca, mesmo com tantas indicações de caminhos razoáveis, de medidas estáveis que nos foram trazidas através dos anjos, santos, bons espíritos, filósofos e missionários.
Pouquíssimas são as pessoas que se interessam em manter uma postura de autoavaliação e de autoanálise, uma postura descente para um mundo melhor, onde as pessoas se respeitem e vivam de forma simples sem ingressarem diariamente em contendas que só servem para afirmação do ego.
Quase nunca acertamos perfeitamente em todas as minúcias de nossas ações, mas sempre erramos feio quando instituímos a raiva e o medo como diagnóstico principal. Como dizia Albert Einstein: “Nós não podemos resolver um problema com o mesmo estado mental que o criou”.
No instante atual, nós precisamos nos dar uma oportunidade para agirmos de forma diferente daquela que viemos praticando ao longo de nossa vida. Esta oportunidade é conhecida como “renovação”, pois seremos pessoas melhores e não nos consideraremos pessoas que convivem com as famosas frases de impacto, provocadas pelo ego, como as seguintes: “Eu não levo desaforo pra casa” ou a outra frase “Você sabe com quem está falando?”
Somos bem assim, crianças mimadas e cheias de vontades impensadas e provocadoras de distúrbios. Mas eu acredito que estamos saindo desta fase infantil, quando provocamos em nós mesmos as perguntas e pontuações sobre as nossas atitudes e experimentações diárias. Para isso é de grande importância que busquemos os sábios através dos tempos e adotemos uma postura de respeito e de quase amor para com todos os que nos rodeiam. Saibamos que se hoje fomos ou somos agredidos é porque ainda nos encontramos na mesma faixa do agressor. Para que não nos sintamos acionados por medidas provocativas, elevemos o caráter de nosso parecer diante de todo o quadro que está sendo desenhado e em constante transformação.

Hairon H. de Freitas.

A pena!


Hoje um passarinho trombou na janela do nosso apto.
Foi um barulho forte, estrondoso. Eu estava falando com um amigo no telefone celular e ouvi um duplo impacto, parecendo serem dois passarinhos que voavam meio desligados de suas manobras em pleno voo. Poderiam estar buscando comida, namorando ou fugindo de algum inimigo alado.
Fui até a janela e abri uma das partes onde encontrei a pena que repousava sobre o peitoril, fiquei analisando os detalhes de uma enorme parte do passarinho. Pensei: “não importa a espécie e o grau de valorização dos ornitólogos ou criadores, o que importa é o reconhecimento da complexidade da formação desta pena, o valor que a mesma dá ao pássaro, facilitando o seu voo perfeito. O que importa mais ainda é que, ao abrir a janela, olhei para baixo e não encontrei traços de nenhum pássaro sobre o telhado da área privativa do prédio.
Fiquei imaginando que ele, ou eles podem ter se ferido e passam por dores, pelos abruptos impactos que poderiam, ou podem, não sei ao certo, levá-los a morte.
Por mais um momento fiquei a olhar a pena, senti-la em sua maciez, leveza e em sua forma, Concluí mais uma vez de que Deus existe e não há como ignorar o desenvolvimento de milhões e milhões de anos de uma espécie.
Deus é o Senhor da vida e nos concede o direito de viver a cada instante, a cada dia de nossa vida como motorista e observador de nosso próprio destino.
Valorizar a vida é estar com Deus e toda a sua criação, jamais podemos ignorar os animais e imaginarmos de bem com Deus.
Hairon H. de Freitas.

Uma Linda Canção!

O ser humano é um imitador nato. Quando o cantor entoa esta linda canção, as pessoas demostram seu carinho através dos gestos e suas feições são modificadas pela graciosidade da canção. Que possamos transmitir o amor em nosso caminho até chegarmos ao ponto em que, até mesmo calados, sem dizermos nada, mesmo assim transmitiremos a paz e ela tocará os corações, podendo levar aos prantos. Somos seres sensíveis e podemos valorizar o amor, sempre o amor!
Hairon H. de Freitas

Créditos: Neste vídeo assistimos a apresentação do cantor Martin Hurkens!

O Auxílio Virá.


O problema que te preocupa talvez te pareça excessivamente amargo ao coração. E tão amargo que talvez não possas comentá-lo, de pronto.

Às vezes, a sombra interior é tamanha que tens a idéia de haver perdido o próprio rumo.

Entretanto, não esmoreças. Abraça o dever que a vida te assinala.

Serve e ora. A prece te renovará energias. O trabalho te auxiliará.

Deus não nos abandona. Faze silêncio e não te queixes.

Alegra-te e espera, porque o Céu te socorrerá. Por meios que desconheces, Deus permanece agindo.

Espirito Emmanuel – Chico Xavier

Madre Tereza de Calcutá – Mensagem


O dia mais belo: hoje
A coisa mais fácil: errar
O maior obstáculo: o medo
O maior erro: o abandono
A raiz de todos os males: o egoísmo
A distração mais bela: o trabalho
A pior derrota: o desânimo
Os melhores professores: as crianças
A primeira necessidade: comunicar-se
O que traz felicidade: ser útil aos demais
O pior defeito: o mau humor
A pessoa mais perigosa: a mentirosa
O pior sentimento: o rancor
O presente mais belo: o perdão
o mais imprescindível: o lar
A rota mais rápida: o caminho certo
A sensação mais agradável: a paz interior
A maior proteção efetiva: o sorriso
O maior remédio: o otimismo
A maior satisfação: o dever cumprido
A força mais potente do mundo: a fé
As pessoas mais necessárias: os pais
A mais bela de todas as coisas: O AMOR!

Madre Teresa de Calcutá

A hora é agora!

Neste minuto eu posso melhorar o meu ser, o meu aspecto de vida…

O que está acontecendo conosco, por que tanto ouvimos, assistimos e praticamos a violência em nosso mundo?

Se analisarmos a vida em nossa sociedade dos anos 70 até nossos dias, veremos que a intolerância, dentro do quadro da violência, tem crescido assustadoramente.  Nós estamos perdendo a referência moral pela banalização de tudo que mantínhamos dentro de certos preceitos, como: sexo, relacionamento, lazer, respeito, enfim são tantas coisas das quais abusamos  que passamos a infligir em nossos corpos um hábito de reflexo imediato de raiva, até mesmo ira, pelas coisas que acontecem à nossa volta.

Tenho observado nos relacionamentos, no trânsito, no trabalho, nas escolas, um acentuado grau de intolerância, pois as pessoas não estão mais dispostas a se manterem no caminho do meio.  Somos todos levados pelo acentuado grau de ceticismo, de egoísmo e de revolta e com isso nos capacitamos a julgar, condenar e aprisionar em nosso ego a arbitrariedade da pena.

Nos anos 70, vivíamos o reflexo dos anos anteriores, quando nos debruçamos sobre os grandes filósofos e na rigidez da igreja, a qual conteve adormecida esta intemperança desastrosa que presenciamos nos dias atuais. Saímos de um ponto mórbido, de uma contenção absoluta imposta pelo medo, para o outro extremo onde a revolta e a raiva incontida subtraem o melhor de nossas vidas. Sairmos de um ponto para outro extremo é como sairmos da brasa para cairmos no fogo. O melhor caminho é o do meio e para isso precisamos nos domar, assim como fazem com os equinos que necessitam de freios e arreios, para que a autoeducação não fique comprometida.

Vigiai e Orai para não cairdes em tentação – Jesus.
Muita Paz!
Hairon H. de Freitas.