Qual a melhor solução para os nossos problemas?

Onde e quando o ódio é a solução de nossos problemas ou mesmo da forçada aceitação do outro de nossas convicções ou pensamentos?
Porque aparentemente o ódio vem sendo disseminado com tanta intensidade e veemência pelas redes sociais, no convívio do lar, no trabalho, na política ou até mesmo nos templos religiosos?
Se aguçarmos as nossas antenas sobre o que parece ser um desmoronamento da nossa sociedade, notaremos que parece um imenso sim, tudo está mais claro e sendo apresentado em pratos quentes. Assistimos assuntos antes comentados somente entre quatro paredes, sendo expostos em redes sociais e argumentados ferozmente como se devessem ser aprovados na base da força e da ignorância.
No dia de ontem 10 de julho de 2019 recebi notícias pela internet sobre: a morte do jornalista famoso, Paulo Henrique Amorim e logo depois recebi outra notícia de um deputado comemorando a sua morte; recebi a notícia da votação da reforma da previdência e logo depois fiquei sabendo que o governo usou da máquina para comprar todos aqueles deputados que se posicionaram contra, caso não fossem agraciados com 40 milhões; logo depois fiquei sabendo de um morador de rua de Montes Claros que alguém ateou fogo nele e que ele acordou em chamas, ao término da leitura do jornal o Tempo fiquei sabendo que ele teve queimaduras de 2º e 3º graus. Ainda tem mais notícias e apresentações de loucuras na TV, nas revistas e nas conversas com amigos ou conhecidos.
Agora, hoje pela manhã do dia 11 de julho de 2019 assisti um vídeo de uma médica que sensibilizada pela doença de uma paciente sua, utilizou das redes sociais para passar a sua mensagem, e, disse que não temos problemas, mas sim contratempos, pois temos problemas quando não possuímos saúde, agora contratempos seriam as demais coisas que acontecem em nossa vida. Enfim, na área de oncologia ela descobriu que problemas é quando não se tem saúde. A sua paciente disse pra ela que conseguiu fazer a quimioterapia, mas o médico disse que ela estava com metástases. A médica disse pra paciente de forma consoladora, que o câncer tem cura e a paciente respondeu: o câncer tem cura, mas antes ele humilha, onde ela continuou relatando que estava muito magra e pesava menos de 40kg estava cadavérica, careca e que vomitava toda a casa, e, que enfrentava 500km em uma ambulância sucateada para fazer o tratamento, ainda assim perguntou à médica, o que fazer? Neste momento a médica com olhar fixo em sua paciente respondeu que não sabia o que dizer, mas pediu pra ela se apegar em Deus e na fé.
Todos nós somos o somatório de muitas coisas que acontecem ao logo da vida. Saber se posicionar pelo melhor nem sempre é o mais fácil, mas é sim o correto a fazer para mantermos a nossa paz.
A empatia nos faz assimilar o melhor trato que podemos ter diante de cada situação e a nossa observação se apresenta ilibada, quando um humilha e quando o outro é humilhado. Nesta vida estamos de passagem e o tempo aqui é muito breve. Precisamos fazer o que é certo, não para agradar o outro, mas, primeiramente a nós mesmos, só assim nos tornarmos pessoas menos impacientes, menos cobradoras, menos orgulhosas e menos egoístas.
Se hoje somos atingidos por algo aparentemente estrangulador e triste, não esperemos no mal, mas confraternizemos na escolha de fazermos o bem a nós mesmos. Este bem é aquele de deixamos passar, de relevarmos e que escolhamos como aquele pobre morador de rua, que recebeu de um transeunte um saco cheio de lixo e o morador de rua o encheu de flores e retribuiu ao transeunte que o perguntou: porque você me deu estas flores e o morador de rua respondeu, cada um dá o que está cheio por dentro.
Vamos montar um depósito de amor constantemente em nosso coração, pois como disse Jesus: o céu e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão. Mt 24:35. Desta forma algum dia ainda viveremos o amor pleno aqui na Terra, pois tudo o que Jesus nos ensinou foi sobre o amor.
Hairon H. de Freitas
11/7/2019

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Estudo revela 9 formas para evitar a demência

Créditos: institutomongeralaegon.org/

Hoje, no mundo, 47 milhões de pessoas têm demência. Em 2030, serão 66 milhões. Mas e se houvessem atitudes que pudessem reduzir o número de casos? Elas existem – e são parte de um estudo que envolveu pesquisadores de sete países, publicado na revista científica “Lancet”.

Segundo os autores, que compõem a Comissão de Prevenção e Assistência à Demência Lancet, “a demência é o maior desafio global para a saúde e os cuidados sociais no século 21”. E mudanças no estilo de vida podem ajudar a evitar cerca de um terço dos casos.

A lista inclui nove fatores – parar de fumar, controlar diabetes, tratar a hipertensão, evitar a obesidade, buscar tratamento para depressão, corrigir a perda auditiva, fazer exercícios físicos, ter visa social saudável e investir em educação até os 18 anos de idade. À exceção do último – e mesmo assim com ressalvas, já que estímulos cognitivos são recomendados em qualquer fase da vida –, todos podem ser alterados.

“Sempre é mais fácil prevenir, evitar doenças e hábitos nocivos do que tratar e mudar. Mas isso não significa que um adulto não possa modificar suas práticas para melhorar a saúde e evitar diversas doenças, inclusive as demências”, destaca Sizenando da Silva Campos Junior, neurologista e neurocirurgião, diretor da Central Nacional Unimed.

A demência, diz ele, tem tratamentos farmacológicos e não farmacológicos. “Os não farmacológicos são atividades de estímulo cognitivo, social e físico: palavras cruzadas, sudoku, jogos, convívio com familiares e amigos, gravação de vídeos com lembretes de nomes de pessoas queridas e de compromissos, prática regular de exercícios.”

Para quem convive com um paciente com demência, Campos Junior indica tratá-lo com paciência, carinho, consideração e respeito. “Mostrar a ele como é importante e querido, além de se informar sobre maneiras de postergar os efeitos da doença, ajuda muito.”

Confira, a seguir, os nove fatores listados pela comissão. E o que fazer para alterá-los.

Tratar a hipertensão

Populações com altas taxas de hipertensão desenvolvem demência mais cedo. A causa: a doença provoca uma neuropatologia que reduz a reserva cognitiva.

Como fazer: busque orientação médica.

Evitar a obesidade

A obesidade está ligada à síndrome pré-diabetes e metabólica. Acredita-se que anomalias da insulina causem uma diminuição da produção da substância no cérebro, provocando aumento da inflamação e altas concentrações de glicose no sangue, mecanismos que prejudicam a cognição.

Como fazer: adote uma alimentação saudável. Um nutricionista pode auxiliar na escolha do cardápio e nos ingredientes que não podem faltar à mesa.

Você sabia que o IMC ideal muda após os 60 anos? Clique aqui e calcule o seu

Corrigir a perda auditiva

O estudo mostra que 32% das pessoas com mais de 55 anos de idade têm algum problema auditivo. Segundo os autores, esse é um problema da meia-idade e evidências sugerem que ele continue a aumentar o risco de demência na velhice.

Como fazer: começou a notar que tem pedido para as pessoas repetirem o que disseram? Procure um otorrinolaringologista, que buscará a causa.

Parar de fumar

Essa é manjada, mas bem importante: o cigarro contém neurotoxinas, que aumentam o risco de demência.

Como fazer: aplicativos podem ser úteis (clique aqui para conhecer 5 deles). Um médico pode orientar no abandono do vício, inclusive à base de remédios.

Tratar a depressão

Há uma ligação entre o número de episódios depressivos e o risco de demência. “É biologicamente plausível que a depressão aumente o risco de demência porque afeta os hormônios do estresse, os fatores de crescimento neuronal e o volume do hipocampo”, relatam os autores.

Como fazer: clique aqui e leia essa reportagem, que trata dos sintomas que podem aparecer em pessoas mais velhas. Na dúvida, busque ajuda com um psiquiatra.

Fazer exercícios físicos

Adultos mais velhos que praticam alguma atividade têm mais chances de manter a capacidade cognitiva. E quanto mais, melhor. Não só isso: os autores destacam que quem se exercita tem aumento do equilíbrio e redução no número de quedas, além de melhora do humor e diminuição da mortalidade.

Como fazer: para sair do sedentarismo, vale começar com caminhadas. Não sabe qual atividade seguir? Um educador físico pode orientar.

Manter contatos sociais saudáveis

Isolamento é fator de risco para demência e mais – aumenta as chances de hipertensão, doenças cardíacas e depressão. Além disso, resulta em inatividade cognitiva, “que está relacionada a declínio cognitivo mais rápido e mau humor”. “Por si sós, todos esses são fatores de demência, o que evidencia a importância de considerar o contato social de pessoas mais velhas e não apenas sua saúde física e mental”, sugerem os autores.

Como fazer: voluntariado, aulas presenciais, visita a amigos e viagens são formas de fazer amizades e buscar novos contatos sociais.

Controlar o diabetes

A insulina é um hormônio que regula a quantidade de açúcar no sangue e protege os neurônios. O diabetes provoca resistência a ela, causando uma resposta inflamatória. Estudo mostra que, dessa forma, os vasos perdem flexibilidade e ficam mais maleáveis, prejudicando a cognição.

Como fazer: o controle da alimentação é indispensável. Consultas regulares ao médico ajudam a manter a doença sob controle.

Investir em educação

Até os 18 anos, dar sequência aos estudos formais é uma forma de evitar a demência. Ao concluir o ensino médio – e permanecer estudando –, a pessoa aumenta a reserva cognitiva, fortalecendo as redes cerebrais. Isso pode reduzir os danos causados pela doença, afirmam os pesquisadores.

Como fazer: Campos Junior recomenda atividades de estímulo cognitivo. Valem palavras cruzadas, sudoku, jogos. Por que não aprender um novo idioma ou aventurar-se por uma atividade diferente?

Uma palavra ao coração!


Ninguém na terra sofre por querer, simplesmente estamos buscando a todo momento uma forma de entendermos a vida como ela se mostra.
O nosso querer nem sempre é percebido e as vezes nem sempre é correspondido, pois as nossas limitações e as nossas expectativas são enormes.
Aqui na terra vemos muitos tipos de sofrimentos diferentes, mas nunca ou quase nunca entendemos o porque de tanta dor sendo disseminada no planeta.
Mas, quando buscamos os nossos sentimentos mais profundos, aqueles que ficam esperando algum momento oportuno para se apresentarem, nos assustamos com a substancial presença desta força que movida como um vulcão vem causar mais dores ao mundo.
O ódio faz-se impregnado em todos que causam dores e o ressentimento e a mágoa transbordam sobre os que sofrem. É um misto indefinido de emoções que não podemos entender quando é um e quando é outro, pois, apesar de nomes diferentes, todos partem da mesma força.
Deus nosso Pai não gosta quando ferimos o outro, pois ele o ama profundamente, mas como ele ama o agressor também, então ele o corrige, pois todo pai e toda mãe precisam corrigir seus filhos para evitar mais dores no mundo.
A forma mais lúcida de vivermos bem é através do ensinamento do Mestre Jesus, quando nos disse muito sobre o amor, ensinando e exemplificando sempre.
Enquanto não acordarmos para o tratamento de nosso ódio, de nossa raiva, de nossa indignação, de nossa mágoa ou de nosso ressentimento, estaremos sintonizados com esta força danosa, a qual continuaremos realimentando-a e padecendo dos profundos sofrimentos.
Outra boa orientação deixada pelos grandes mestres é a prática da oração, da meditação e da autoanálise. Sabemos que dentro da nossa grande limitação, Deus nos convida a todo instante a cedermos de nosso orgulho, para que os nossos sentimentos de deixar passar e deixar ir estejam em nosso coração. Busquemos então o princípio de nossa cura com o maior psicólogo que existe, Jesus!
Hairon H. de Freitas

Estamos vivendo no olho do furacão!

Morning Calm Weekly Newspaper Installation Management Command, U.S. Army / Flickr
O momento é extremamente sensível, agitado, conturbado tanto no sentido físico quanto espiritual.
Tenho notado que muitas pessoas estão reagindo às intempéries da vida de forma passional elevada ao quadrado. É assim que estamos vivendo neste planeta, que vem passando por um momento onde se fazem necessárias correções em nosso proceder no sentido minucioso de que devemos praticar cada vez mais a tolerância.
Uma guerra não nasce do acaso ou é criada de forma instantânea. Para evidenciar uma guerra, notamos a destruição: dos lares, de vidas de entes queridos, de boas intenções, de fidelidade entre amigos e do bem estar, pois a maioria das pessoas começou a passar fome, medo, raiva e muita indignação.
Podemos considerar que estamos numa guerra espiritual sem tamanho. Após milênios continuamos agindo de forma grotesca, mesmo com tantas indicações de caminhos razoáveis, de medidas estáveis que nos foram trazidas através dos anjos, santos, bons espíritos, filósofos e missionários.
Pouquíssimas são as pessoas que se interessam em manter uma postura de autoavaliação e de autoanálise, uma postura descente para um mundo melhor, onde as pessoas se respeitem e vivam de forma simples sem ingressarem diariamente em contendas que só servem para afirmação do ego.
Quase nunca acertamos perfeitamente em todas as minúcias de nossas ações, mas sempre erramos feio quando instituímos a raiva e o medo como diagnóstico principal. Como dizia Albert Einstein: “Nós não podemos resolver um problema com o mesmo estado mental que o criou”.
No instante atual, nós precisamos nos dar uma oportunidade para agirmos de forma diferente daquela que viemos praticando ao longo de nossa vida. Esta oportunidade é conhecida como “renovação”, pois seremos pessoas melhores e não nos consideraremos pessoas que convivem com as famosas frases de impacto, provocadas pelo ego, como as seguintes: “Eu não levo desaforo pra casa” ou a outra frase “Você sabe com quem está falando?”
Somos bem assim, crianças mimadas e cheias de vontades impensadas e provocadoras de distúrbios. Mas eu acredito que estamos saindo desta fase infantil, quando provocamos em nós mesmos as perguntas e pontuações sobre as nossas atitudes e experimentações diárias. Para isso é de grande importância que busquemos os sábios através dos tempos e adotemos uma postura de respeito e de quase amor para com todos os que nos rodeiam. Saibamos que se hoje fomos ou somos agredidos é porque ainda nos encontramos na mesma faixa do agressor. Para que não nos sintamos acionados por medidas provocativas, elevemos o caráter de nosso parecer diante de todo o quadro que está sendo desenhado e em constante transformação.

Hairon H. de Freitas.

Encontramo-nos no lugar certo, no momento certo, vivendo neste planeta “magnífico”.


Atualmente vivemos na idade da pedra, em relação aos sentimentos. Poucos estão aptos a reconhecer a imprescindibilidade do outro.
Quase sempre apercebemos somente as nossas necessidades, as nossas dores e os nossos medos, os quais sempre nos levam à conclusão da raiva, da mágoa ou da ira.
É assim, uma programação automática e a resposta se pronuncia mais rápida do que o cérebro, pois foi cultivada pelos hábitos perniciosos que não passam pelo crivo da razão, mas seguem o atalho instintivo que desencadeia o horror que obstantemente divisamos.
Eu me pergunto, às vezes: será que o ser humano teria a condição de se colocar no lugar do outro usando somente a imaginação?
Se uma criança acordasse e ouvisse seus pais brigando na madrugada e a mesma conseguisse sentir em seu organismo os efeitos desastrosos emitidos: da raiva, do medo e da mágoa e esta criança não discernisse os seus próprios sentimentos dos que estava recebendo e se esta mesma criança dentro de sua sensibilidade, além de sentir os efeitos, adoecesse por não saber afastar estas más vibrações de sua psicosfera?
Nada é por acaso, mas tudo tem a ver com o que precisamos passar para aprender.
Se somos deseducados e desconhecemos a importância de primeiramente trabalharmos nosso autoaprimoramento, sem dúvida nenhuma temos muito ainda que aprender. Se nos achamos um pouco sabidos, aí sim, precisamos atentar para o nosso grau doentio, que é ainda maior.
Vivemos momento angustiante em que sobressai uma guerra gigantesca de emoções, que, às escondidas, provocam dano imenso em nossa sociedade hipócrita cujos membros são “experts” em fingir serem o que não são.
É muito triste a situação da maioria de nós que vivemos neste planeta no momento atual, quando ainda nos encontramos iludidos e hipnotizados pelo que a matéria nos apresenta, pelo que a sociedade instituiu e pelo que a egrégora do planeta vem depositando em nossos destinos.
Tudo o que vivemos são influências de nós mesmos, são respostas das quais não temos como fugir, são construções provocadas por nossos pensamentos e por nossos sentimentos, já que os mesmos funcionam como tijolos e argamassas que se fundem à construção diária e que nunca deixam de produzir os seus efeitos reais.
É este o momento de procurarmos produzir melhores pensamentos e melhores sentimentos, para obtermos um futuro melhor, de trazermos para os dias atuais o sentimento de que podemos viver em mundo mais evoluído, onde todos aspectos da vida sejam respeitados e valorizados, onde a individualidade procure se autoavaliar diariamente sobre como seus pensamentos e atos estão influenciando no próximo, e ainda, como poderá fazer melhor!
Hairon H. de Freitas

A pena!


Hoje um passarinho trombou na janela do nosso apto.
Foi um barulho forte, estrondoso. Eu estava falando com um amigo no telefone celular e ouvi um duplo impacto, parecendo serem dois passarinhos que voavam meio desligados de suas manobras em pleno voo. Poderiam estar buscando comida, namorando ou fugindo de algum inimigo alado.
Fui até a janela e abri uma das partes onde encontrei a pena que repousava sobre o peitoril, fiquei analisando os detalhes de uma enorme parte do passarinho. Pensei: “não importa a espécie e o grau de valorização dos ornitólogos ou criadores, o que importa é o reconhecimento da complexidade da formação desta pena, o valor que a mesma dá ao pássaro, facilitando o seu voo perfeito. O que importa mais ainda é que, ao abrir a janela, olhei para baixo e não encontrei traços de nenhum pássaro sobre o telhado da área privativa do prédio.
Fiquei imaginando que ele, ou eles podem ter se ferido e passam por dores, pelos abruptos impactos que poderiam, ou podem, não sei ao certo, levá-los a morte.
Por mais um momento fiquei a olhar a pena, senti-la em sua maciez, leveza e em sua forma, Concluí mais uma vez de que Deus existe e não há como ignorar o desenvolvimento de milhões e milhões de anos de uma espécie.
Deus é o Senhor da vida e nos concede o direito de viver a cada instante, a cada dia de nossa vida como motorista e observador de nosso próprio destino.
Valorizar a vida é estar com Deus e toda a sua criação, jamais podemos ignorar os animais e imaginarmos de bem com Deus.
Hairon H. de Freitas.

Elucidações do Escritor Marcelo Csettkey


Jânio quadros renuncia em 25 de agosto de 1961. Todos perceberam a intenção e ele ficou sozinho. O povo aceitou sua renúncia. Assume Jango, um vice com fortes ligações com o comunismo e que, inclusive, chegou a reatar ligações diplomáticas com a URSS e se posicionou contrário às sanções impostas à Cuba em clara afronta aos EUA. A época era muito tensa, o mundo pós guerra estava dividido em dois blocos. O bloco ocidental estruturado no capitalismo e livre mercado era liderado pelos EUA. O bloco oriental era liderado por duas potências regidas pelo comunismo, a URSS e a China. O Partido Comunista de ambas as nações era extremamente repressor, punindo qualquer um que o contestasse. A punição ao contestador dos regimes de Stálin e Mao, ia da prisão, tortura e, em muitos casos, à morte – vide o “Arquipélago Gulag” de Soljenítsin e “Terras de Sangue” de Timothy Snyder. Na década de 60, o Politburo da URSS tinha um secretário-geral, Nikita Kruchev. Após a Revolução Cubana, com a instalação da ditadura de Fidel Castro, Kruchev resolveu instalar em 1962, em Cuba, mísseis de médio alcance para desafiar Kennedy. O impasse foi resolvido diplomaticamente por Iniciativa de Kennedy. Contudo, o mundo viveu a iminência da Terceira Guerra Mundial. Kennedy desconfiava de Jango: quando pediu a participação brasileira na retirada dos mísseis soviéticos de Cuba, Jango negou. Kennedy entendeu como uma deserção o gesto do presidente brasileiro, a desconfiança se amplifica, contudo Kennedy é assassinado em 22 de novembro de 1963. Imediatamente assume seu vice Lindon Johnson. Absolutamente alinhado aos interesses do Complexo Industrial-Militar, Johnson recebe os informes da CIA, e toma ciência de que Jango mantinha contatos perigosos com a URSS, Cuba e China. Havia o interesse estratégico de implantar o comunismo no maior país da América Latina, a América do Norte estava ciente desse plano e não permitiria que ele acontecesse. Seria uma derrota gigantesca uma nova “Cuba” no coração da AL. Vide:”A Revolução Impossível” de Luís Mir. Em Cuba, desde 1959, Fidel determina o fuzilamento de opositores. Milhares são mortos sem o devido processo legal. Che Guevara declara:”Eu não preciso de provas para executar um homem” e reafirma: “Evidências jurídicas são um arcaico detalhe burguês”. Em 1964, na ONU, reitera: “Fuzilamentos!? É claro que fuzilamos! E continuaremos a fuzilar enquanto for necessário”. Acabou fuzilado na Bolívia achando que “valia mais vivo que morto”. Johnson antecipa a blindagem do Brasil e orienta Vernon Walters (adido militar americano no Brasil) e Lincoln Gordon (embaixador americano no Brasil) a preparar o general Castelo Branco. Com a Marcha da Família com Deus pela Liberdade em São Paulo em 19/03/1964 em que participaram mais de 1 milhão de pessoas, com o apoio do Congresso Nacional e da grande mídia, os militares tomam o poder. Inicia-se efetivamente oposição armada ao regime militar. Os comunistas frustrados com a surpreendente mudança de rumo, fortalecem os grupos que já estavam criados, como o Partido Operário Revolucionário Trotskista, a Ação Popular, a ALN de Marighella, a Política Operária (POLOP) dentre outros financiados pela URSS e Cuba, para guerrear e praticar terrorismo no Brasil. Muitos podem achar que eram idealistas, quase românticos a desejar a democracia, no entanto lutavam com armas para estabelecer o comunismo no Brasil. Luiz Carlos Prestes do PCB, apoiador explícito de Jango, mantinha frequentes encontros no Kremlin com Kruchev que o financiava e orientava com instruções para o preparo político das massas operárias e camponesas para a luta armada no Brasil. Carlos Mariguella, o Capitão Lamarca, Julião e tantos outros explodiam locais públicos, assassinavam, sequestravam e assaltavam. Enfim, estavam em guerra contra o regime militar, que por sua vez também combatia. Houve exageros de ambas as partes, todavia a História conta apenas um lado da questão. Marighella era o responsável pela guerrilha urbana, Lamarca e Gambois desejavam criar uma espécie de FARC. Brizola, cunhado de Jango, em sua Frente pela libertação Nacional pegou dinheiro com Fidel e comprou terras no Uruguai. Fidel passou a chamá-lo de “El Ratón”.

Aliás, coma saída dos militares do poder, os “heróis combatentes” receberam polpudas indenizações, no entanto, do outro lado, apenas a pecha de reacionários e fascistas. Excetuando os exageros cometidos, entendo que o combate à implantação do comunismo no Brasil foi correta. O comunismo é um sistema falido que beneficia poucos (Politburo) em detrimento de muitos. Esses poucos expropriam bens alheios, se apropriam das empresas, tornando-as estatais, asfixiam a mídia, aparelham o judiciário e as Forças Armadas e arrasam o livre mercado. Aos poucos o país vai definhando e finalmente entra em falência múltipla (URSS) ou torna-se um feudo do século XXI (Cuba). A Venezuela dos amiguinhos de Lula é o exemplo factual do supracitado.

Bolsonaro é nossa chance de impedir o alastramento dessa desgraça no Brasil. O povo não aguenta mais o lulopetismo bolivariano, fora Foro de São Paulo, fora PT!

Arte e texto: Marcelo Csettkey.