Valorização

valorizacao da vida

Somos seres especiais, fantásticos e maravilhosos.

Digo isto porque geralmente não falamos muito bem de nós mesmos.

Também, normalmente não temos o costume de falar bem de nossos atos e de nossas ideias. Sentimos mal quase sempre, reclamamos das dificuldades da vida e ficamos ansiosos para conseguir coisas e levar o dia a dia da forma mais louca que pudermos.

De uma forma geral quando não conseguimos nossos intentos, o que fazemos? Endoidamos e nos amarramos em um canto qualquer como se fossemos um saco de pancada, daqueles que ficam pendurados para levarem chutes e socos.

É nisto que nós precisamos mudar, no comportamento que precisamos abortar o nosso elo mental que provoca estes hábitos inadequados.

Gostar de nós mesmos é fundamental pra nossa autoestima. Seria muito complicado fazermos o melhor por nós mesmos quando internamente ficamos sempre nos colocando pra baixo, nos criticando e nos agredindo.

É tudo uma questão de compreensão.

Compreender é fundamental para mudança deste hábito pernicioso, de ficarmos sempre imaginando que nascemos para dar errado, e que Deus não tem tempo para atender as nossas reais necessidades.

Na verdade estamos envoltos em cobranças, cobranças e mais cobranças e ficamos muitas vezes encabulados com o que o meio nos propõe.

Somos altamente influenciáveis e adotamos o outro como meio de vida. Embasamos o nosso proceder no outro, vinculamos as nossas ações no que os outros pensam e acreditam.

Êta, que baita medo.

Mas nem sempre é medo, mas é uma questão de hábito, é igual a larva que leva choque ao mesmo tempo em que se acende uma luz, mas em um dado momento não é dado o choque e acendendo a luz e ela remexe como se tivesse levado o choque.

O hábito é tão prejudicial quanto benéfico, depende do nosso investimento sobre o que queremos para o nosso futuro.

Sendo assim, gostar de nós mesmos é uma boa atitude para um futuro melhor e não acreditar em todo drama é outra coisa que confronta e endossa a nossa autoestima se está realmente boa, pois não é fácil nos bancarmos sobre o que seja o melhor pra nós mesmos.

É este o momento de começarmos a acreditar em nossas atitudes e retirarmos a infantilidade de nossas ações e darmos o verdadeiro crédito, nos encarando dentro da seriedade merecida.

O que é importante pra nós deve ser levado a sério e jamais poderemos deixar de lado uma necessidade que nasce de nossa alma.

A partir do momento que pararmos de dar valor ao que nasce de nossa alma, nos tornaremos androides que agem conforme um programa criado por um desenvolvedor de sistemas.

O valor ao que pensamos precisa vir sempre em primeiro lugar.

Não estou querendo dizer que nos tornemos pessoas egoístas que só pensam em si mesmas, mas que saibamos levar a parceria de homem X cidadão.

Esta seriedade que destaco acima é a mais difícil de ser compreendida.

Às vezes lemos em livros, escutamos em palestras a respeito da seriedade de nos encararmos como seres valorosos, que possuem as suas necessidades.

Estudamos, lemos e interagimos, mas não conseguimos introjetar este valor, e pior, não conseguimos nos bancar, levar a sério o que realmente queremos ou precisamos fazer da nossa vida, colocando as nossas escolhas em ação.

É um absurdo impor atitudes e ações a pessoas, sem darmos educação e escolhas legítimas.

São atitudes levantadas por déspotas e insensíveis que cometeram horrores ao longo da história, mas no momento o que estamos destacando é a valorização de nós mesmos.

Como conclusão deste artigo destaco a importância de darmos valor a nós mesmos de nos levarmos a sério e escutarmos o que a nossa alma está dizendo, o que está nascendo do nosso querer interior, sem negligenciarmos, concomitantemente a importância e a determinação de esvaziar o medo.

Hairon H. de Freitas

Aceitar as Pessoas

compreensao

Aceita as pessoas, conforme estas se te apresentam.
Este homem prepotente que te desagrada, está enfermo, e talvez não o saiba.
Esse companheiro recalcitrante é infeliz em si mesmo.
Aquele conhecido exigente sofre dos nervos.
Uns, que parecem orgulhosos, são apenas portadores de conflitos que procuram ocultar.
Outros, que se apresentam indiferentes, experimentam medos terríveis.
A Terra é um grande hospital de almas.
Quem te veja, apenas, superficialmente, não terá como analisar-te com acerto.
Concede a liberdade para que cada um seja conforme é e não como pretendes que sejam.

-Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis – livro Vida Feliz

Aniversário de Cabo Frio, são 398 anos.

Para quem ama Cabo Frio ou se interessa em conhecer a cidade que possui as praias mais lindas que já conheci, veja o link abaixo.

Hoje Cabo Frio comemora seu aniversário, são 398 anos e têm como comemoração uma série de eventos que se estendem até o final do ano que continuam com a alta temporada.

fotos CF e outros 13 4 13 003 fotos CF e outros 13 4 13 010

Segue o link: http://www.cantinhodasideias.com.br/2013/11/parabens-cabo-frio-por-seus-398-anos.html

Oi! Acorda saia desta ansiedade e viva o agora.

anxious_woman

É, estamos dormindo e deixando de apreciar e realizar muitas coisas interessantes que poderiam nos proporcionar muitos benefícios.

A nossa vida é uma dádiva que Deus nos concedeu e como tal, podemos fazer, cada dia o melhor para nós mesmos, à medida que empunhamos a espada da coragem, da verdade e da determinação.

A ansiedade é um perigo para nós. Começamos a senti-la um dia após o outro e acostumamos experimentar suas sensações, primeiramente colocando a culpa nos outros por tudo de ruim que nos acontece e depois começamos a perder o nosso senso de equilíbrio e de vontade, passamos a esquecer de coisas e isolamos das pessoas e das questões básicas que poderíamos encarar normalmente.

Precisamos parar um pouco a agitação de nossa mente e nada melhor do que sintonizarmos com sentimentos elevados e amorosos. Sentimentos que nos coloquem em uma faixa mais tranquila.

É tão fácil aceitarmos a agitação como uma forma normal para enfrentarmos os desafios diários, que nem paramos para pensar se poderíamos agir de uma forma calma e tranquila.

Simplesmente habituamos assim.

Em prol de um papel que representamos, por exemplo, o de bom moço que preocupa, passamos a agir de maneira doida para resolver questões que vão se tornando pesadas e insatisfatórias.

De vez em quando precisamos sacudir a barra da calça pra tirar a poeira, é assim que determinamos o que queremos ser e o que queremos sentir.

Nossa vida é uma continuação sem fim. Não existe um fim para o que somos, mas existem oportunidades que podemos colocar em nossa vista e que só dependem de nós mesmos. Consequências, sempre existirão sejam elas boas ou ruins, então pare: respire fundo e coloque freio nas emoções, pois o controle das mesmas é tudo de bom pra evitar o estresse, esse famoso vampiro sugador de nossas energias renovadoras e criador do maior bloqueio que já existiu não deixando que captemos novas energias que só conseguiremos através da sintonia com o melhor, sempre com o melhor.

Hairon Herbert de Freitas

Diálogos com o Espírito Eugênia

Publicado no site: http://www.saltoquantico.com.br em 12 de março de 2004.

Terapia de Vidas Passadas, Mentores Espirituais e Mentores Encarnados – Diálogo com Eugênia.

 

Muitas vidas

 Benjamin Teixeira
pelo espírito
Eugênia.

A Terapia de Vidas Passadas realmente é tão boa como outras técnicas catárticas ou ela, em verdade, não passa de mais um modismo?

Toda técnica catártica eficaz traz o selo da cura, já que o indivíduo remonta às causas profundas que geram seus transtornos de personalidade e, assim, remove-as ou trata-as. A Terapia Regressiva a Vivências Passadas (*1) é uma dessas técnicas eficazes, quando bem feita.

É a melhor, Eugênia?

Não existe terapia melhor. Existem metodologias mais aplicáveis a esse ou aquele caso, a esse ou aquele contexto, a essa ou aquela interação paciente-terapeuta, a esse ou aquele indivíduo. Portanto, não podemos, de antemão, apontar uma técnica como a melhor a resolver todos os problemas existenciais do ser humano.

Alguém pode melhorar apenas com um bom aconselhamento?

Há pessoas que revolucionam suas vidas ou descobrem o propósito de estar na Terra, apenas ao ouvir uma frase, assistir a um filme, ver uma criança carente na via pública. Há outros indivíduos que levam anos em consultórios psicanalíticos e não passam dos primeiros passos do processo de elaboração de suas questões. Portanto, cada caso é um caso.

Tem algo a dizer sobre o assunto?

Que as pessoas deveriam valorizar mais as fontes de aconselhamento e de apoio, sejam profissionais ou fraternas. Deus socorre a criatura por meio da própria criatura. Há muita gente esperando que o próprio Criador, em Pessoa, venha lhes aconselhar sobre o melhor a fazer. Não percebem como entronizam o orgulho em suas almas, perdendo contato com a realidade e, com isso, bloqueando os canais por onde a Divina Providência adentraria suas vidas, para auxiliá-las. Em vez de pretendermos buscar falar diretamente com Seres indiscutivelmente superiores, porque não nos ouvir uns aos outros. Às vezes, no consultório de um psicólogo, na voz de um sacerdote, no conselho de um amigo ou um familiar muito querido e de confiança, recebemos a resposta de Deus para nossos dramas. Todas as criaturas deveriam estabelecer uma disciplina de busca sistemática de aconselhamento e/ou suporte psicoterápico, obviamente conforme resultados e afinidades considerados. Ao menos uma vez na semana, todas as pessoas deveriam ter alguém com quem desabafar e falar, sem reservas, sobre suas problemáticas mais íntimas, perturbadoras e pessoais.

Tenho dito nos programas de TV que são dois os caminhos, duas as disciplinas, dois os hábitos fundamentais para nos mantermos conectados a Deus: a prece (individual), a freqüência ao culto coletivo de busca de Deus (coletivo). Deveríamos incluir esse outro elemento?

Sim, deveríamos. Alguém deve ser constituído, por cada indivíduo, o guardião de sua probidade interior, em nome da própria consciência e em nome dos guias espirituais desencarnados. Obviamente, que a pessoa deverá checar sempre, com o filtro de sua intuição e de seu bom senso, aquilo que lhe é sugerido, as avaliações que são feitas de seu comportamento e de suas escolhas. Esse guardião eleito, não se pode esquecer, é um representante das vozes profundas da alma do aconselhado, e, portanto, se não estiver em profundo acordo com ela, deve ser ignorado, ao menos naquele aspecto de desalinhamento entre a consciência de um e o juízo de valor do outro. Mas, apesar de se considerar a falibilidade humana e, portanto, não se poder instituir autoridade absoluta a ninguém, em termos de gerência de nossas vidas, é indiscutivelmente necessário que se tenha alguém como mentor existencial ou guia espiritual. Quem não for médium ostensivo e não possa dialogar diretamente com seus orientadores desencarnados, deve ter alguém, no plano físico, que veja como representante do Plano Maior, e, assim, converse com essa pessoa, periodicamente, nesse estado de espírito, sabendo que os próprios protetores espirituais farão uso do médium esclarecedor (que foi instituído no mentor encarnado), para apresentar tópicos importantes para seu progresso geral.

Obviamente que podemos mudar de guia ou mentor, nessas circunstâncias, quando não nos sentirmos bem…

Sim, obviamente. Mas o indivíduo deve se precatar da tendência de procurar “orientadores” que só digam coisas agradáveis e que, portanto, correspondam apenas aos apelos de seu ego, não estando alinhados, assim, com a voz de sua superconsciência e, por conseqüência, do anjo de guarda e demais Potestades representantes de Deus. Assim, esse mentor encarnado tem direito e até o dever de contrariar, aqui ou ali, sempre que necessário, os desejos, os impulsos, as impressões momentâneas do ego do orientado. É comum, no processo de transferência psicológica, projetarem-se não apenas os apegos infantis em mentores encarnados, mas também as rebeldias pueris da criança caprichosa interior, que almeja, amiúde, evadir-se do esforço de aprendizado e crescimento, assim como o pequerrucho que faz birra para não ir à escola. O problema é que, sendo alguém adulto e gozando de toda liberdade que lhe é prerrogativa inalienável, naturalmente se pode ficar pervagando de consultório em consultório, de guru em guru, sem dar ouvidos ao mais importante para si, até, quem sabe, lamentavelmente, parar nas mãos de quem menos seja abalizado para orientar, por apenas afagar as neuroses e caprichos que deveriam ser debelados, tratados e transmutados e não alimentados.

Eugênia, faria mais uma pergunta. Há quem diga que não precisa de orientação de ninguém. Que sua razão e sua consciência são o bastante. E muito se orgulham disso, como um atestado de maturidade ou inteligência. Que diria sobre isso?

Essa pessoa está na perfeita sintonia das trevas. Somente no plano inferior (*2), alguém pode agir sem dar satisfações a ninguém. No plano superior, quanto mais alguém amadurece, mais deve dar contas do que faz e mais se sente propelido a buscar o auxílio salutar da orientação nobre, embora, paradoxalmente, a liberdade também aumente. A questão é que, quanto mais evoluída é uma consciência, mais ela busca ouvir o que outras, ainda mais evoluídas, lhe têm a dizer, a fim de que erre menos, acerte mais e progrida mais rapidamente. Nas esferas superiores de consciência, há uma profunda teia de disciplina e comunicação e ninguém toma decisões graves, sem que haja concordância coletiva a respeito. Isso, que pode soar estranho para caracteres mais arrogantes, vê-se facilmente como verdadeiro, ao se notar que até os ambientes de trabalho mais avançados, no plano físico, estão aplicando esse sistema de poder, parcialmente, ao instituírem a “gestão participativa”. A idéia de uma autoridade, no comando, que determina, autocrática e solitariamente, a condução de rumos de um empreendimento, é hoje vista como uma filosofia organizacional ultrapassada, que favorece muito mais erros e menos acertos. O mesmo se pode aplicar à própria vida, como um todo. É fundamental que se tenha a partilha profunda de significados e conteúdos da alma, que, dada a complexidade e profundidade da iniciativa, não pode ser feita com mais de uma pessoa, normalmente, inclusive para não se criar uma cacofonia psíquica, com vozes dissonantes criando mais conflitos, em vez de dissolvê-los, na alma do orientando. Se já é difícil sintonizar uma pessoa com a voz da própria consciência e criar ajustes de “tradução”, que se dirá de mais de um? Eis porque disse Jesus, que um servo não pode servir a dois senhores ao mesmo tempo. É isso que sugerimos seja feito. Quem não quer autorizar alguém como seu guru, orientador ou guia, ainda que seja um desencarnado (se a pessoa tiver suficiente maturidade psicológica e desenvolvimento mediúnico para se deixar ouvir o que for duro e desagradável para si também), está, em verdade, julgando-se o centro e o ápice do mundo, e, ao dizer que só dá satisfações a Deus, está, em verdade, afirmando que só dá contas a si. Pois, como disse também o Mestre Jesus, se não se ama ao irmão, que se vê, como se amará a Deus, que não se vê?

Forte e importante. Obrigado, Eugênia.

Não há de quê, meu filho.

(Diálogo travado em 11 de março de 2004.)

(*1) Termo técnico atual da TVP, mais adequado, que alude ao fato de que a regressão de memória pode se dar para eventos traumáticos da existência física atual, não havendo necessariamente, rememoração de outras vidas físicas.

(*2) Regiões infernais do plano espiritual.

(Notas do Médium)

– See more at: http://www.saltoquantico.com.br/2004/03/12/terapia-de-vidas-passadas-mentores-espirituais-e-mentores-encarnados-%E2%80%93-dialogo-com-eugenia/#sthash.TaBVcNdA.dpuf

A vida que você escolheu.

Reconhecer que apesar dos acontecimentos difíceis, a superação dos protagonistas eleva a auto-estima de todos nós que caminhamos em busca da esperança.

É isto que eles transmitem neste vídeo tão emocionante:  http://youtu.be/Zpu0-eI5Y2o

Créditos: Texto, direção e fotografia // RENATO CABRAL
Locução // LEANDRO SOSI
Trilha sonora original e mixagem // MAURÍCIO WINCKLER
Composição dos arranjos de cordas // GIORDANO PAGOTTI
Gravação cordas // RODRIGO NEPOMUCENO
Gravação locução // PAULO MENEZES
Masterização // BETO ROSA
Stead Cam e Slide // JOÃO MOTTA
Montagem // LUIS FELIPE PIMENTA
Edição e Finalização // FABRICIO SASSIOTO
Músicos // Maurício Winckler (violão, mandolin, banjo); Mara Paula (vocal); Thiago Calegari (baixo); Giovani Longo (percursão); Liliane Dias (violino); Bryan Marvean (violino); Gabriel Gonçalves (violoncelo); Brunno Thayer (violoncelo).
Tradução // LIVIA FERNANDES
Agradecimentos: Lara Stoque; Maria Bastos; Karoline Cordeiro; Alexandre Viera; Zagaia; Paula Bernardes;

Psicopatas do Cotidiano

Mais um texto excelente da coletânea de textos de nosso blog sobre como identificar uma personalidade psicopata ou com tendências psicopatas. Sedentos de domínio, de destaque a qualquer custo, gestos frios, palavras agressivas em bocas sorridentes (costumam usar e abusar da ironia em suas falas) ou belas palavras acompanhadas de gestos frios, uma aparência de anjo… mas alma de demônio. Na internet costumam se esconder por trás de diversos perfis, dialogar entre eles como se fossem pessoas diferentes, e formar um círculo falso de amizade e estima.
Você conhece alguém assim? Analise, aguce sua percepção, conte com o tempo nessa descoberta. Você vai ver que pode estar perto de uma mentalidade totalmente doentia, se afaste na primeira oportunidade!!========x=======x===========x===========x=============x================x============x==========

Robert Hare, um especialista mundial em psicopatologias, diz que há muitos psicopatas e não é fácil detetá-los. Falam como você, se vestem como você, parecem com você. Aliás, você pode ser psicopata e não saber. Poucos psicopatas sabem que são psicopatasMuitos são encantadores, divertidos; leva muito tempo até identificar essa perigosa desordem de personalidade.
Paul Babiak é um psicólogo, consultor de empresas preocupadas com o prejuízo causado por executivos e empregados psicopatas. Psicopatas podem subir nas empresas, até os cargos mais altos, mas é difícil vê-los como são: insinceros, arrogantes, muito manipuladores, insensíveis aos demais; se lixam com os pensamentos, emoções e dores alheias. Fazem alianças, mas apenas na medida em que os beneficiem. São logo descartadas. Acusam os demais por quaisquer problemas e seus próprios fracassos. Os demais são objetos.
Psicopatas podem causar muita dor. Muitos desviam dinheiro, dão desfalques e fraudes, mas poucos são detetados e presos antes de prejudicar muita gente. O escândalo da Enron é emblemático.O capitalismo selvagem tornou a detecção dos psicopatas mais difícil. Alguns dos comportamentos “típícos” foram incorporados pelo capitalismo do espírito (não se trata do espírito do capitalismo), pelo consumerismo. Num modelo que soma zero, se os valores materiais crescem, os humanos, religiosos e éticos decrescem.
A ampla aceitação da “Lei de Gerson” tornou mais difícil distinguir psicopatas de não-psicopatas.
Vários comportamentos passaram a ser iguais. O consumo é um vício que passou a ser a sua própria justificativa. Os símbolos políticos ruíram, alguns por obra de psicopatas, outros não. Os deputados do mensalão são psicopatas ou simples corruptos? O juiz Nicolau e Luiz Estevão o que são? Os milhares de funcionários públicos que recebem e não trabalham? E os que perseguiram Eduardo Jorge?
Quando a ética desaparece e a sociopatia deixa de ser um fenômeno individual para ser um traço social e cultural, o que define um psicopata? Os psicopatas “sub-clínicos” quase não se distinguem da maioria da população.

Psicopatas são atraídos pelo poder, não somente no sentido “macro”, mas no sentido micro também. Buscam chefias, diretorias, participação em conselhos, representante disso ou daquilo. Porém, são projetos de poder e não de realização de um programa nem de serviço a uma comunidade. Há psicopatas e narcisistas em posições que vão desde a presidência de países, governadores, presidentes de empresas, lideres de torcidas, presidentes de sindicatos, até síndicos e líderes de gangue.
O efeito cresce com o poder em suas mãos. Fritz Redlich é um médico que estuda as catástrofes provocadas pelos psicopatas que ocuparam o poder mais alto em diferentes países (como Hitler, Stalin, Slobodan Milosevic, Saddam Hussein, Adi Amin Dada). Até em níveis modestos, os psicopatas usam o poder para punir e perseguir muitas pessoas de maneira cruel porque não sentem pena nem remorso.Encontramos psicopatas em todos os lugares.

Você pode morar ao lado de um, morar com um, ou até ver um no espelho.

Fonte: http://psicopatasss.blogspot.com.br/2009/06/psicopatas-do-quoditiano.html

Homenagem ao nosso amigo Raul Teixeira

Raul Teixeira continua vencendo as limitações, os medos e transmitindo lição de vida a todos nós que navegamos no mesmo barco.

Admiro muito a devoção deste trabalhador de Cristo, que continua mesmo dentro das dificuldades do corpo material, transmitindo fé aos que lhe estimam.

Peço ao Cristo de Deus que lhe conceda o melhor, pois ele estando com o corpo material respondendo aos estímulos do espírito, vai continuar levando a mensagem de amor a todos nós que permanecemos na retaguarda.

Muita Paz!

Saiba qual foi o argumento de cada ministro do STF sobre os embargos infringentes

Será que a justiça é realmente igual para todos?
Porque quando um deputado erra e um ser humano comum também erra, a lei é aplicada diferentemente?
O deputado não pode ser julgado pela justiça comum, porque?
A justiça não é cega?
Veja abaixo, porque acredito muito no ministro Joaquim Barbosa e em seus aliados.

O Supremo Tribunal Federal (STF) decide se 12 réus condenados na Ação Penal 470, o processo do mensalão, têm direito a novo julgamento por meio do recurso conhecido como embargo infringente. Nsta quinta-feira (12), a votação ficou empatada em 5 a 5. O ministro Celso de Mello desempatará o placar ao ler o seu voto na próxima sessão do STF, marcada para a próxima semana.

Os ministros votam se os embargos infringentes são cabíveis (entenda o que é). Dessa forma, caso a maioria dos ministros do STF votem pela validade desse tipo de recurso, os réus condenados com pelo quatro votos pela absolvição poderão solicitar novo julgamento.

Confira como votou cada ministro e os principais argumentos apresentados:

Ministro Voto Resumo
Ministro Joaquim Barbosa – Presidente contra Na sessão da quinta-feira (5), apenas o relator do processo e presidente do STF, Joaquim Barbosa, se manifestou contra a validade dos recursos. Barbosa disse que os réus não têm direito ao recurso porque a lei que entrou em vigor não prevê a utilização dos embargos infringentes
Ministro Roberto Barroso a favor Luís Roberto Barroso entendeu que os embargos infringentes são válidos, mesmo com a edição da Lei 8038/1990. Para o ministro, a lei não declarou a revogação do artigo do regimento interno do Supremo que trata do recurso
Ministro Teori Zavascki a favor O ministro Teori Zavascki reconheceu a viabilidade dos recursos infringentes na Ação Penal 470, o processo do mensalão. Ele argumentou que os embargos infringentes não foram revogados por outras leis e “estão em perfeita consonância com outros diplomas legais”
Ministra Rosa Weber a favor De acordo com Rosa Weber, a lei de 1990, que trata dos recursos que podem ser usados nos tribunais superiores, não revogou o artigo do regimento interno do Supremo, que autoriza os infringentes
Ministro Luiz Fux contra Segundo o ministro, o duplo grau de jurisdição não pode ser estendido para este tipo de interpretação proposta.
 Para Fux, acolher o recurso criará uma “generalizada desconfiança” na Suprema Corte
Ministro Dias Toffoli a favor Toffoli entendeu que a Lei 8.038/1990, que estabeleceu as ações cabíveis nos tribunais superiores, confirmou a validade do Artigo 333 do regimento interno do STF, que prevê a possibilidade dos embargos infringentes
Ministra Cármen Lúcia contra Apesar de defender o direito de acesso aos recursos, a ministra entendeu que os embargos infringentes não são válidos, porque não são aceitos em instâncias inferiores ao Supremo, como o Superior Tribunal de Justiça (STJ)
Ministro Ricardo Lewandowski – Vice-Presidente favor Para o ministro, o recurso deve ser acatado pela Corte já que “embargos infringentes não constituem nenhuma extravagância jurídica”e é aplicado, inclusive, no Superior Tribunal Militar (STM)
Ministro Gilmar Mendes contra Gilmar Mendes entendeu que os embargos infringentes não são mais válidos desde a entrada em vigor da Lei 8.090/1990, que definiu os recursos que pedem ser usados nos tribunais superiores
Ministro Marco Aurélio contra Marco Aurélio argumentou que os embargos infringentes não são válidos, sob pena de causar insegurança jurídica. Para o ministro, a adoção deste tipo de recurso seria “mudar as regras no meio do jogo” e a “incompatibilidade de recursos neste processo salta aos olhos porque o entendimento diverso leva a incongruência”
Ministro Celso de Mello a votar
Saldo parcial contra 5
favor 5