Aceitar as Pessoas

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Aceita as pessoas, conforme estas se te apresentam.
Este homem prepotente que te desagrada, está enfermo, e talvez não o saiba.
Esse companheiro recalcitrante é infeliz em si mesmo.
Aquele conhecido exigente sofre dos nervos.
Uns, que parecem orgulhosos, são apenas portadores de conflitos que procuram ocultar.
Outros, que se apresentam indiferentes, experimentam medos terríveis.
A Terra é um grande hospital de almas.
Quem te veja, apenas, superficialmente, não terá como analisar-te com acerto.
Concede a liberdade para que cada um seja conforme é e não como pretendes que sejam.

-Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis – livro Vida Feliz

O Gigante além de adormecido está bem fragilizado.

Saúde!

Este é nome deveria ser a solução, mas virou um problema que estamos acompanhando há tempos.

Particularmente acredito que a condição do SUS, em devolver saúde pra população se encontra bem pior do que nos anos 70. O nome da época era outro, mas é do mesmo sistema.

Eu estava na adolescência e via o governo construindo prédios para melhorar a saúde.

Este vídeo abaixo pede a nossa atenção para o futuro de nosso país, pra que estejamos atentos as mudanças que precisam serem implementadas em nossa saúde, tão fragilizada.

http://www.valor.com.br/video/2717783343001/o-gigante-fragilizado

Oi! Acorda saia desta ansiedade e viva o agora.

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É, estamos dormindo e deixando de apreciar e realizar muitas coisas interessantes que poderiam nos proporcionar muitos benefícios.

A nossa vida é uma dádiva que Deus nos concedeu e como tal, podemos fazer, cada dia o melhor para nós mesmos, à medida que empunhamos a espada da coragem, da verdade e da determinação.

A ansiedade é um perigo para nós. Começamos a senti-la um dia após o outro e acostumamos experimentar suas sensações, primeiramente colocando a culpa nos outros por tudo de ruim que nos acontece e depois começamos a perder o nosso senso de equilíbrio e de vontade, passamos a esquecer de coisas e isolamos das pessoas e das questões básicas que poderíamos encarar normalmente.

Precisamos parar um pouco a agitação de nossa mente e nada melhor do que sintonizarmos com sentimentos elevados e amorosos. Sentimentos que nos coloquem em uma faixa mais tranquila.

É tão fácil aceitarmos a agitação como uma forma normal para enfrentarmos os desafios diários, que nem paramos para pensar se poderíamos agir de uma forma calma e tranquila.

Simplesmente habituamos assim.

Em prol de um papel que representamos, por exemplo, o de bom moço que preocupa, passamos a agir de maneira doida para resolver questões que vão se tornando pesadas e insatisfatórias.

De vez em quando precisamos sacudir a barra da calça pra tirar a poeira, é assim que determinamos o que queremos ser e o que queremos sentir.

Nossa vida é uma continuação sem fim. Não existe um fim para o que somos, mas existem oportunidades que podemos colocar em nossa vista e que só dependem de nós mesmos. Consequências, sempre existirão sejam elas boas ou ruins, então pare: respire fundo e coloque freio nas emoções, pois o controle das mesmas é tudo de bom pra evitar o estresse, esse famoso vampiro sugador de nossas energias renovadoras e criador do maior bloqueio que já existiu não deixando que captemos novas energias que só conseguiremos através da sintonia com o melhor, sempre com o melhor.

Hairon Herbert de Freitas

Diálogos com o Espírito Eugênia

Publicado no site: http://www.saltoquantico.com.br em 12 de março de 2004.

Terapia de Vidas Passadas, Mentores Espirituais e Mentores Encarnados – Diálogo com Eugênia.

 

Muitas vidas

 Benjamin Teixeira
pelo espírito
Eugênia.

A Terapia de Vidas Passadas realmente é tão boa como outras técnicas catárticas ou ela, em verdade, não passa de mais um modismo?

Toda técnica catártica eficaz traz o selo da cura, já que o indivíduo remonta às causas profundas que geram seus transtornos de personalidade e, assim, remove-as ou trata-as. A Terapia Regressiva a Vivências Passadas (*1) é uma dessas técnicas eficazes, quando bem feita.

É a melhor, Eugênia?

Não existe terapia melhor. Existem metodologias mais aplicáveis a esse ou aquele caso, a esse ou aquele contexto, a essa ou aquela interação paciente-terapeuta, a esse ou aquele indivíduo. Portanto, não podemos, de antemão, apontar uma técnica como a melhor a resolver todos os problemas existenciais do ser humano.

Alguém pode melhorar apenas com um bom aconselhamento?

Há pessoas que revolucionam suas vidas ou descobrem o propósito de estar na Terra, apenas ao ouvir uma frase, assistir a um filme, ver uma criança carente na via pública. Há outros indivíduos que levam anos em consultórios psicanalíticos e não passam dos primeiros passos do processo de elaboração de suas questões. Portanto, cada caso é um caso.

Tem algo a dizer sobre o assunto?

Que as pessoas deveriam valorizar mais as fontes de aconselhamento e de apoio, sejam profissionais ou fraternas. Deus socorre a criatura por meio da própria criatura. Há muita gente esperando que o próprio Criador, em Pessoa, venha lhes aconselhar sobre o melhor a fazer. Não percebem como entronizam o orgulho em suas almas, perdendo contato com a realidade e, com isso, bloqueando os canais por onde a Divina Providência adentraria suas vidas, para auxiliá-las. Em vez de pretendermos buscar falar diretamente com Seres indiscutivelmente superiores, porque não nos ouvir uns aos outros. Às vezes, no consultório de um psicólogo, na voz de um sacerdote, no conselho de um amigo ou um familiar muito querido e de confiança, recebemos a resposta de Deus para nossos dramas. Todas as criaturas deveriam estabelecer uma disciplina de busca sistemática de aconselhamento e/ou suporte psicoterápico, obviamente conforme resultados e afinidades considerados. Ao menos uma vez na semana, todas as pessoas deveriam ter alguém com quem desabafar e falar, sem reservas, sobre suas problemáticas mais íntimas, perturbadoras e pessoais.

Tenho dito nos programas de TV que são dois os caminhos, duas as disciplinas, dois os hábitos fundamentais para nos mantermos conectados a Deus: a prece (individual), a freqüência ao culto coletivo de busca de Deus (coletivo). Deveríamos incluir esse outro elemento?

Sim, deveríamos. Alguém deve ser constituído, por cada indivíduo, o guardião de sua probidade interior, em nome da própria consciência e em nome dos guias espirituais desencarnados. Obviamente, que a pessoa deverá checar sempre, com o filtro de sua intuição e de seu bom senso, aquilo que lhe é sugerido, as avaliações que são feitas de seu comportamento e de suas escolhas. Esse guardião eleito, não se pode esquecer, é um representante das vozes profundas da alma do aconselhado, e, portanto, se não estiver em profundo acordo com ela, deve ser ignorado, ao menos naquele aspecto de desalinhamento entre a consciência de um e o juízo de valor do outro. Mas, apesar de se considerar a falibilidade humana e, portanto, não se poder instituir autoridade absoluta a ninguém, em termos de gerência de nossas vidas, é indiscutivelmente necessário que se tenha alguém como mentor existencial ou guia espiritual. Quem não for médium ostensivo e não possa dialogar diretamente com seus orientadores desencarnados, deve ter alguém, no plano físico, que veja como representante do Plano Maior, e, assim, converse com essa pessoa, periodicamente, nesse estado de espírito, sabendo que os próprios protetores espirituais farão uso do médium esclarecedor (que foi instituído no mentor encarnado), para apresentar tópicos importantes para seu progresso geral.

Obviamente que podemos mudar de guia ou mentor, nessas circunstâncias, quando não nos sentirmos bem…

Sim, obviamente. Mas o indivíduo deve se precatar da tendência de procurar “orientadores” que só digam coisas agradáveis e que, portanto, correspondam apenas aos apelos de seu ego, não estando alinhados, assim, com a voz de sua superconsciência e, por conseqüência, do anjo de guarda e demais Potestades representantes de Deus. Assim, esse mentor encarnado tem direito e até o dever de contrariar, aqui ou ali, sempre que necessário, os desejos, os impulsos, as impressões momentâneas do ego do orientado. É comum, no processo de transferência psicológica, projetarem-se não apenas os apegos infantis em mentores encarnados, mas também as rebeldias pueris da criança caprichosa interior, que almeja, amiúde, evadir-se do esforço de aprendizado e crescimento, assim como o pequerrucho que faz birra para não ir à escola. O problema é que, sendo alguém adulto e gozando de toda liberdade que lhe é prerrogativa inalienável, naturalmente se pode ficar pervagando de consultório em consultório, de guru em guru, sem dar ouvidos ao mais importante para si, até, quem sabe, lamentavelmente, parar nas mãos de quem menos seja abalizado para orientar, por apenas afagar as neuroses e caprichos que deveriam ser debelados, tratados e transmutados e não alimentados.

Eugênia, faria mais uma pergunta. Há quem diga que não precisa de orientação de ninguém. Que sua razão e sua consciência são o bastante. E muito se orgulham disso, como um atestado de maturidade ou inteligência. Que diria sobre isso?

Essa pessoa está na perfeita sintonia das trevas. Somente no plano inferior (*2), alguém pode agir sem dar satisfações a ninguém. No plano superior, quanto mais alguém amadurece, mais deve dar contas do que faz e mais se sente propelido a buscar o auxílio salutar da orientação nobre, embora, paradoxalmente, a liberdade também aumente. A questão é que, quanto mais evoluída é uma consciência, mais ela busca ouvir o que outras, ainda mais evoluídas, lhe têm a dizer, a fim de que erre menos, acerte mais e progrida mais rapidamente. Nas esferas superiores de consciência, há uma profunda teia de disciplina e comunicação e ninguém toma decisões graves, sem que haja concordância coletiva a respeito. Isso, que pode soar estranho para caracteres mais arrogantes, vê-se facilmente como verdadeiro, ao se notar que até os ambientes de trabalho mais avançados, no plano físico, estão aplicando esse sistema de poder, parcialmente, ao instituírem a “gestão participativa”. A idéia de uma autoridade, no comando, que determina, autocrática e solitariamente, a condução de rumos de um empreendimento, é hoje vista como uma filosofia organizacional ultrapassada, que favorece muito mais erros e menos acertos. O mesmo se pode aplicar à própria vida, como um todo. É fundamental que se tenha a partilha profunda de significados e conteúdos da alma, que, dada a complexidade e profundidade da iniciativa, não pode ser feita com mais de uma pessoa, normalmente, inclusive para não se criar uma cacofonia psíquica, com vozes dissonantes criando mais conflitos, em vez de dissolvê-los, na alma do orientando. Se já é difícil sintonizar uma pessoa com a voz da própria consciência e criar ajustes de “tradução”, que se dirá de mais de um? Eis porque disse Jesus, que um servo não pode servir a dois senhores ao mesmo tempo. É isso que sugerimos seja feito. Quem não quer autorizar alguém como seu guru, orientador ou guia, ainda que seja um desencarnado (se a pessoa tiver suficiente maturidade psicológica e desenvolvimento mediúnico para se deixar ouvir o que for duro e desagradável para si também), está, em verdade, julgando-se o centro e o ápice do mundo, e, ao dizer que só dá satisfações a Deus, está, em verdade, afirmando que só dá contas a si. Pois, como disse também o Mestre Jesus, se não se ama ao irmão, que se vê, como se amará a Deus, que não se vê?

Forte e importante. Obrigado, Eugênia.

Não há de quê, meu filho.

(Diálogo travado em 11 de março de 2004.)

(*1) Termo técnico atual da TVP, mais adequado, que alude ao fato de que a regressão de memória pode se dar para eventos traumáticos da existência física atual, não havendo necessariamente, rememoração de outras vidas físicas.

(*2) Regiões infernais do plano espiritual.

(Notas do Médium)

– See more at: http://www.saltoquantico.com.br/2004/03/12/terapia-de-vidas-passadas-mentores-espirituais-e-mentores-encarnados-%E2%80%93-dialogo-com-eugenia/#sthash.TaBVcNdA.dpuf

Psicopatas do Cotidiano

Mais um texto excelente da coletânea de textos de nosso blog sobre como identificar uma personalidade psicopata ou com tendências psicopatas. Sedentos de domínio, de destaque a qualquer custo, gestos frios, palavras agressivas em bocas sorridentes (costumam usar e abusar da ironia em suas falas) ou belas palavras acompanhadas de gestos frios, uma aparência de anjo… mas alma de demônio. Na internet costumam se esconder por trás de diversos perfis, dialogar entre eles como se fossem pessoas diferentes, e formar um círculo falso de amizade e estima.
Você conhece alguém assim? Analise, aguce sua percepção, conte com o tempo nessa descoberta. Você vai ver que pode estar perto de uma mentalidade totalmente doentia, se afaste na primeira oportunidade!!========x=======x===========x===========x=============x================x============x==========

Robert Hare, um especialista mundial em psicopatologias, diz que há muitos psicopatas e não é fácil detetá-los. Falam como você, se vestem como você, parecem com você. Aliás, você pode ser psicopata e não saber. Poucos psicopatas sabem que são psicopatasMuitos são encantadores, divertidos; leva muito tempo até identificar essa perigosa desordem de personalidade.
Paul Babiak é um psicólogo, consultor de empresas preocupadas com o prejuízo causado por executivos e empregados psicopatas. Psicopatas podem subir nas empresas, até os cargos mais altos, mas é difícil vê-los como são: insinceros, arrogantes, muito manipuladores, insensíveis aos demais; se lixam com os pensamentos, emoções e dores alheias. Fazem alianças, mas apenas na medida em que os beneficiem. São logo descartadas. Acusam os demais por quaisquer problemas e seus próprios fracassos. Os demais são objetos.
Psicopatas podem causar muita dor. Muitos desviam dinheiro, dão desfalques e fraudes, mas poucos são detetados e presos antes de prejudicar muita gente. O escândalo da Enron é emblemático.O capitalismo selvagem tornou a detecção dos psicopatas mais difícil. Alguns dos comportamentos “típícos” foram incorporados pelo capitalismo do espírito (não se trata do espírito do capitalismo), pelo consumerismo. Num modelo que soma zero, se os valores materiais crescem, os humanos, religiosos e éticos decrescem.
A ampla aceitação da “Lei de Gerson” tornou mais difícil distinguir psicopatas de não-psicopatas.
Vários comportamentos passaram a ser iguais. O consumo é um vício que passou a ser a sua própria justificativa. Os símbolos políticos ruíram, alguns por obra de psicopatas, outros não. Os deputados do mensalão são psicopatas ou simples corruptos? O juiz Nicolau e Luiz Estevão o que são? Os milhares de funcionários públicos que recebem e não trabalham? E os que perseguiram Eduardo Jorge?
Quando a ética desaparece e a sociopatia deixa de ser um fenômeno individual para ser um traço social e cultural, o que define um psicopata? Os psicopatas “sub-clínicos” quase não se distinguem da maioria da população.

Psicopatas são atraídos pelo poder, não somente no sentido “macro”, mas no sentido micro também. Buscam chefias, diretorias, participação em conselhos, representante disso ou daquilo. Porém, são projetos de poder e não de realização de um programa nem de serviço a uma comunidade. Há psicopatas e narcisistas em posições que vão desde a presidência de países, governadores, presidentes de empresas, lideres de torcidas, presidentes de sindicatos, até síndicos e líderes de gangue.
O efeito cresce com o poder em suas mãos. Fritz Redlich é um médico que estuda as catástrofes provocadas pelos psicopatas que ocuparam o poder mais alto em diferentes países (como Hitler, Stalin, Slobodan Milosevic, Saddam Hussein, Adi Amin Dada). Até em níveis modestos, os psicopatas usam o poder para punir e perseguir muitas pessoas de maneira cruel porque não sentem pena nem remorso.Encontramos psicopatas em todos os lugares.

Você pode morar ao lado de um, morar com um, ou até ver um no espelho.

Fonte: http://psicopatasss.blogspot.com.br/2009/06/psicopatas-do-quoditiano.html

Eternidade – Chico Xavier

Deixo este hoje no meu Blog, mais uma linda sabedoria que nos ajudará em nossa caminhada, se assim quisermos entendê-la e aceitá-la:

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“O que eu tenho não me pertence embora faça parte de mim. Tudo o que sou me foi um dia emprestado pelo Criador, para que eu possa dividir com aqueles que entram na minha vida.

Ninguém cruza nosso caminho por acaso e nós não entramos na vida de alguém sem alguma razão. Há muito o que dar e o que receber; experiências boas ou negativas.

É isso, tente ver as coisas negativas que acontecem com você como algo que acontece por uma razão precisa. E não se lamente pelo ocorrido, além de não servir de nada reclamar, isso vai lhe vendar os olhos para continuar o seu caminho.

Quando não conseguimos tirar da cabeça que alguém nos feriu, estamos somente reavivando a ferida, tornando-a muitas vezes bem maior do que era no início.

Nem sempre as pessoas nos ferem voluntariamente. Muitas vezes somos nós que nos sentimos feridos e a pessoa nem mesmo percebeu; e nos sentimos decepcionados porque aquela pessoa não correspondeu às nossas expectativas.

As nossas expectativas!!!

E sabemos lá quais eram as suas expectativas? Nós tanto nos decepcionamos quanto decepcionamos os outros. Mas, claro, é bem mais fácil pensar nas coisas que nos atingem.

Quando alguém lhe disser que o magoou sem intenção, acredite nela. Vai lhe fazer bem, assim, talvez ela possa entender quando você, sinceramente, disser que “foi sem querer”.

Dê de você mesmo o quanto puder!

Sabe, quando você se for, a única coisa que vai deixar é a lembrança do que fez aqui.

Seja bom, tente dar sempre o primeiro passo, nunca negue uma ajuda ao seu alcance, perdoe e dê de você mesmo.

Seja uma Benção!

Deus não vem em pessoa para abençoar. Ele usa os que estão aqui dispostos a cumprir essa missão.

Todos nós podemos ser anjos. A eternidade está nas mãos de todos nós.

Viva de maneira que quando você se for, muito de você ainda fique naqueles que tiveram a boa ventura de encontrá-lo!”

Texto: Eternidade de Chico Xavier.

Um dia você aprende que…

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Depois de algum tempo você aprende a diferença,

a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.

E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que
companhia nem sempre significa segurança.

E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante,
com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

E aprende a construir todas as suas estradas no hoje,
porque o terreno amanhã é incerto demais para os
planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo você aprende que o sol queima
se ficar exposto por muito tempo.

E aprende que não importa o quanto você se importe,
algumas pessoas simplesmente não se importam…

E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa,
ela vai feri-lo de vez em quando
e você precisa perdoá-la por isso.

Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que se leva anos para se construir confiança
e apenas segundos para destrui-la,
e que você pode fazer coisas em um instante,
das quais se arrependerá pelo resto da vida.

Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer
mesmo a longas distâncias.

E o que importa não é o que você tem na vida,
mas quem você tem na vida.

E que bons amigos são a família que nos permitiram
escolher.

Aprende que não temos que mudar de amigos
se compreendemos que os amigos mudam,
percebe que seu melhor amigo
e você podem fazer qualquer coisa,
ou nada, e terem bons momentos juntos.

Descobre que devemos deixar as pessoas que amamos com
palavras amorosas,
pode ser a última vez que as vejamos.

Aprende que as circunstâncias e os ambientes
tem influência sobre nós,
mas nós somos responsáveis por nós mesmos.

Começa a aprender que não se deve
comparar com os outros,
mas com o melhor que pode ser.

Descobre que se leva muito tempo
para se tornar a pessoa que quer ser,
e que o tempo é curto.

Aprende que não importa onde já chegou,
mas onde está indo, mas se você não
sabe para onde está indo,
qualquer lugar serve.

Aprende que, ou você controla seus atos
ou eles o controlarão, e que ser
flexível não significa ser fraco
ou não ter personalidade,
pois não importa quão delicada
e frágil seja uma situação,
sempre existem dois lados.

Aprende que heróis são pessoas
que fizeram o que era necessário fazer,
enfrentando as conseqüências.

Aprende que paciência requer muita prática.

Descobre que algumas vezes
a pessoa que você espera que o chute,
quando você cai é uma das poucas
que o ajudam a levantar-se.

Aprende que maturidade tem mais a ver
com os tipos de experiências que se
teve, e o que você aprendeu com elas,
do que com quantos aniversários você celebrou.

Aprende que há mais dos seus pais em você
do que você supunha.

Aprende que nunca se deve dizer
a uma criança que sonhos são bobagens,
poucas coisas são tão humilhantes,
e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando está com raiva
tem o direito de estar com raiva, mas isso
não lhe dá o direito de ser cruel.

Descobre que só porque alguém não o ama do
jeito que você quer que ame,
não significa que esse alguém não sabe amar,
contudo, o ama como pode,
pois existem pessoas que nos amam,
mas simplesmente não sabem como demonstrar
ou viver isso.

Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém,
algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.

Aprende que com a mesma severidade com que julga,
você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos
pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.

Aprende que o tempo não é algo que possa
voltar para trás, portanto, plante seu jardim
e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores…

E você aprende que realmente pode suportar…
que realmente é forte, e que pode ir muito mais
longe depois de pensar que não se pode mais.

E que realmente a vida tem valor
e que você tem valor diante da vida!

Nossas dúvidas são traidoras
e nos fazem perder o bem que poderíamos
conquistar, se não fosse o medo de tentar.

(Willian Shakespeare)

Aflição Vazia

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Ante as dificuldades do cotidiano, exerçamos a paciência, não apenas em auxílio aos outros, mas igualmente a favor de nós mesmos.

Desejamos referir-nos, sobretudo, ao sofrimento inútil da tensão mental que nos inclina à enfermidade e nos aniquila valiosas oportunidades de serviço.

No passado e no presente, instrutores do espírito e médicos do corpo combatem a ansiedade como sendo um dos piores corrosivos da alma. De nossa parte, é justo colaboremos com eles, a benefício próprio, imunizando-nos contra essa nuvem da imaginação que nos atormenta sem proveito, ameaçando-nos a organização emotiva.

Aceitemos a hora difícil com a paz do aluno honesto, que deu o melhor de si, no estudo da lição, de modo a comparecer diante da prova, evidenciando consciência tranquila.

Se o nosso caminho tem as marcas do dever cumprido, a inquietação nos visita a casa íntima na condição do malfeitor decidido a subvertê-la ou dilapidá-la; e assim como é forçoso defender a atmosfera do lar contra a invasão de agentes destrutivos, é indispensável policiar o âmbito de nossos pensamentos, assegurando-lhes a serenidade necessária…

Tensão à face de possíveis acontecimentos lamentáveis é facilitar-lhes a eclosão, de vez que a idéia voltada para o mal é contribuição para que o mal aconteça; e tensão à frente de sucessos menos felizes é dificultar a ação regenerativa do bem, necessário ao reajuste das energias que desastres ou erros hajam desperdiçado.

Analisemos desapaixonadamente os prejuízos que as nossas preocupações injustificáveis causam aos outros e a nós mesmos, e evitemos semelhante desgaste empregando em trabalho nobilitante os minutos ou as horas que, muita vez, inadvertidamente, reservamos à aflição vazia.

JesusCristo

Lembremo-nos de que as Leis Divinas, através dos processos de ação visível e invisível da natureza, a todos nos tratam em bases de equilíbrio, entregando-nos a elas, entre as necessidade do aperfeiçoamento e os desafios do progresso, com a lógica de quem sabe que tensão não substitui esforço construtivo, ante os problemas naturais do caminho. E façamos isso, não apenas por amor aos que nos cercam, mas também a fim de proteger-nos contra a hora da ansiedade que nasce e cresce de nossa invigilância para asfixiar-nos a alma ou arrasar-nos o tempo sem qualquer razão de ser.

Texto de: Emmanuel

Racionalizando o Amor

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O amor é o amor, a própria palavra criou a entoação mântrica de grande poder e ele vem se revelando em nossa convivência e no desejo do melhor para o outro.

O amor é a garantia de que seremos amanhã melhores que hoje.

Ele se dá sem exigência e sem garantia, pois ele é o verdadeiro poder que garante o envolvimento.

Ele não reage, mas age modificando o quadro.

Ele não é passivo, mas atuante e presente.

Ele não reclama, mas proporciona o intercâmbio de forma ativa e mútua.

Ele não está ali ou acolá, mas está dentro de nós, em nossa proposta de vida, em nossa vontade de tornarmo-nos melhores a cada instante.

Não existem tipos de amor, ele é do jeito que é, simplesmente amor, em intensidades diversas.

O amor é a força de viver, sem medos ou recalques.

O amor é ser livre, é ser liberto de toda trama.

O amor somos nós, que procuramos vivê-lo e compreendê-lo.

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Em todo momento colocamos em nossa vida obstáculos ao amor.

Queremos amar, mas procuramos o medo para nos acompanhar, a dúvida para nos orientar, o pensamento negativo para nos intuir, o orgulho e a má querência para agir.

Em toda situação na vida o importante é evitarmos estes sentimentos, pois os sentimentos estão intimamente ligados ao pensamento.

O importante é que estamos à procura do mesmo objetivo, o de amar.

Isto é progresso.

O que precisamos é compreendê-lo e quanto mais cedo melhor.

Entendemos que amor não está na caixa de presentes, mas em cada ato de carinho que desperta de nosso coração.

O amor está no hoje!

Hairon H. de Freitas

TEXTO DE DIVALDO FRANCO SOBRE O CLAMOR POLÍTICO DOS BRASILEIROS

Segue texto de autoria de Divaldo Franco publicado no Jornal A Tarde de hoje, 20/06/13, sobre as manifestações estudantis pelo Brasil.”Quando as injustiças sociais atingem o clímax e a indiferença dos governantes pelo povo que estorcega nas amarras das necessidades diárias, sob o açodar dos conflitos íntimos e do sofrimento que se generaliza, nas culturas democráticas, as massas correm às ruas e às praças das cidades para apresentar o seu clamor, para exigir respeito, para que sejam cumpridas as promessas eleitoreiras que lhe foram feitas…

Já não é mais possível amordaçar as pessoas, oprimindo-as e ameaçando-as com os instrumentos da agressividade policial e da indiferença pelas suas dores.

O ser humano da atualidade encontra-se inquieto em toda parte, recorrendo ao direito de ser respeitado e de ter ensejo de viver com o mínimo de dignidade.

Não há mais lugar na cultura moderna, para o absurdo de governos arbitrários, nem da aplicação dos recursos que são arrancados do povo para extravagâncias disfarçadas de necessárias, enquanto a educação, a saúde, o trabalho são escassos ou colocados em plano inferior.

A utilização de estatísticas falsas, adaptadas aos interesses dos administradores, não consegue aplacar a fome, iluminar a ignorância, auxiliar na libertação das doenças, ampliar o leque de trabalho digno em vez do assistencialismo que mascara os sofrimentos e abre espaço para o clamor que hoje explode no País e em diversas cidades do mundo.

É lamentável, porém, que pessoas inescrupulosas, arruaceiras, que vivem a soldo da anarquia e do desrespeito, aproveitem-se desses nobres movimentos e os transformem em festival de destruição.

Que, para esses inconsequentes, sejam aplicadas as corrigendas previstas pelas leis, mas que se preservem os direitos do cidadão para reclamar justiça e apoio nas suas reivindicações.

O povo, quando clama em sofrimento, não silencia sua voz, senão quando atendidas as suas justas reivindicações. Nesse sentido, cabe aos jovens, os cidadãos do futuro, a iniciativa de invectivar contra as infames condutas… porém, em ordem e em paz.”

* Divaldo Franco escreve às quintas-feiras, quinzenalmente.

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