Falando com o coração – Amor

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com Lú

O amor não acaba,
o amor só aumenta.
Experimente uma frase,
Espere mais e comente.

Seja velho, seja jovem,
Esqueça o tempo que passou.
O momento é agora,
Aproveite tudo com amor.

Não chore, não clame,
Seja firme, seja honesto.
Não viva mau seus sentimentos,
Aos restos estranhos, acalento.

Contudo o amor revigora,
Mesmo no atrapalho da hora,
Volta sempre sem demora.

O amor é sem fim,
É eterno em mim,
Consciente estou,
Quando estou com amor.

Hairon H. de Freitas
15/7/2019

Qual a melhor solução para os nossos problemas?

Onde e quando o ódio é a solução de nossos problemas ou mesmo da forçada aceitação do outro de nossas convicções ou pensamentos?
Porque aparentemente o ódio vem sendo disseminado com tanta intensidade e veemência pelas redes sociais, no convívio do lar, no trabalho, na política ou até mesmo nos templos religiosos?
Se aguçarmos as nossas antenas sobre o que parece ser um desmoronamento da nossa sociedade, notaremos que parece um imenso sim, tudo está mais claro e sendo apresentado em pratos quentes. Assistimos assuntos antes comentados somente entre quatro paredes, sendo expostos em redes sociais e argumentados ferozmente como se devessem ser aprovados na base da força e da ignorância.
No dia de ontem 10 de julho de 2019 recebi notícias pela internet sobre: a morte do jornalista famoso, Paulo Henrique Amorim e logo depois recebi outra notícia de um deputado comemorando a sua morte; recebi a notícia da votação da reforma da previdência e logo depois fiquei sabendo que o governo usou da máquina para comprar todos aqueles deputados que se posicionaram contra, caso não fossem agraciados com 40 milhões; logo depois fiquei sabendo de um morador de rua de Montes Claros que alguém ateou fogo nele e que ele acordou em chamas, ao término da leitura do jornal o Tempo fiquei sabendo que ele teve queimaduras de 2º e 3º graus. Ainda tem mais notícias e apresentações de loucuras na TV, nas revistas e nas conversas com amigos ou conhecidos.
Agora, hoje pela manhã do dia 11 de julho de 2019 assisti um vídeo de uma médica que sensibilizada pela doença de uma paciente sua, utilizou das redes sociais para passar a sua mensagem, e, disse que não temos problemas, mas sim contratempos, pois temos problemas quando não possuímos saúde, agora contratempos seriam as demais coisas que acontecem em nossa vida. Enfim, na área de oncologia ela descobriu que problemas é quando não se tem saúde. A sua paciente disse pra ela que conseguiu fazer a quimioterapia, mas o médico disse que ela estava com metástases. A médica disse pra paciente de forma consoladora, que o câncer tem cura e a paciente respondeu: o câncer tem cura, mas antes ele humilha, onde ela continuou relatando que estava muito magra e pesava menos de 40kg estava cadavérica, careca e que vomitava toda a casa, e, que enfrentava 500km em uma ambulância sucateada para fazer o tratamento, ainda assim perguntou à médica, o que fazer? Neste momento a médica com olhar fixo em sua paciente respondeu que não sabia o que dizer, mas pediu pra ela se apegar em Deus e na fé.
Todos nós somos o somatório de muitas coisas que acontecem ao logo da vida. Saber se posicionar pelo melhor nem sempre é o mais fácil, mas é sim o correto a fazer para mantermos a nossa paz.
A empatia nos faz assimilar o melhor trato que podemos ter diante de cada situação e a nossa observação se apresenta ilibada, quando um humilha e quando o outro é humilhado. Nesta vida estamos de passagem e o tempo aqui é muito breve. Precisamos fazer o que é certo, não para agradar o outro, mas, primeiramente a nós mesmos, só assim nos tornarmos pessoas menos impacientes, menos cobradoras, menos orgulhosas e menos egoístas.
Se hoje somos atingidos por algo aparentemente estrangulador e triste, não esperemos no mal, mas confraternizemos na escolha de fazermos o bem a nós mesmos. Este bem é aquele de deixamos passar, de relevarmos e que escolhamos como aquele pobre morador de rua, que recebeu de um transeunte um saco cheio de lixo e o morador de rua o encheu de flores e retribuiu ao transeunte que o perguntou: porque você me deu estas flores e o morador de rua respondeu, cada um dá o que está cheio por dentro.
Vamos montar um depósito de amor constantemente em nosso coração, pois como disse Jesus: o céu e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão. Mt 24:35. Desta forma algum dia ainda viveremos o amor pleno aqui na Terra, pois tudo o que Jesus nos ensinou foi sobre o amor.
Hairon H. de Freitas
11/7/2019

Moça Bonita Maria Isaura.

Moça forte levanta e estima;
Moça nobre aborda com fé;
Em cada dia doa amor e estímulo;
Tornando-a bonita do jeito que é.

Na vida agarra e crê;
Com a Força de Deus
Revela o melhor;
Não luta com o mal,
Apoia o bem;
Sempre pra Deus diz: Amém.

Agradece a vida Moça Bonita
Como Maria Ilumina
Como Isaura renova
Sempre no barco da vida
Jesus no leme ….

Hairon H. de Freitas
16/5/2019

Meu limite, meu equilíbrio.

Meu Deus, não sei o que dizer,
Quando em momento angustiante,
Perco a minha órbita
Para compor outra.

Até quando ficarei atormentado,
Esperando com o medo,
Continuando a fazer parte,
De minha vida e de meu querer.

Fico triste e sem chão.
Na inquietude pelo não,
Sem história e sem equilíbrio,
Peço de volta algum brilho.

O entusiasmo vai embora,
Acovardado ergo o olhar
Não há limite que ultrapasse
Quem eu quero enxergar.

Mas Tudo é Deus
E Tudo é Vida
Peço de volta o valor
De orbitar o meu Amor

Hairon H. de Freitas
28/5/2019

Foto: Praia do Forte, Cabo Frio

De: Hairon H. de Freitas

Mensagens de Amor.

Bunch of mimosa flowers on wooden rustic chair


Mensagens de amor.

Que palavras lindas, que agrado me dá!
São perfumes que fazem em meu ar penetrar.
Vejo flores neste dia, que me vêm deleitar
Com agrado eu recebo estas frases de amar.

Mas eu coloco minh´alma, com você em meu céu
Que pureza e carinho que em ti brotam como mel
Sei que procuro e vislumbro, como o sol que clareia,
O seu rosto, presente na poesia que meu coração permeia.

Hairon H. de Freitas
18/12/2010

AFEIÇÕES – Maria Dolores e Chico Xavier

Se pretendes conquistar
A bênção do amor na vida,
Não prendas, alma querida,
O coração de ninguém.
O amor é assim qual o rio
Que tanta grandeza encerra,
Ele, o irmão… a irmã é a terra,
Unidos fazendo o bem.

Se a terra prendesse o rio,
Ei-lo pântano perfeito;
Se o rio largasse o leito,
Eis o deserto a reinar;
Mas se um apóia o outro,
Trabalhando livremente,
Formam a grande corrente
Que se renova no mar

Nessa linha, as afeições,
Sob o respeito profundo
Que devemos dar ao mundo,
Aos que amamos- teus e meus –
São sempre o amor sem mudança
Em constante primavera,
A luz divina que espera
Mais luz nas Luzes de Deus.

Sentir raiva!


Para um guru, a raiva é falta de treinamento anterior; para a ciência, a raiva envenena o nosso corpo e, para o esoterista, a raiva mancha o nosso astral e desequilibra os nossos chacras.
Sentir raiva não é e nunca foi bom para quem sente, nem para quem a provocou, já que energias ruins estão percorrendo o espaço de um corpo para o outro.
É muito importante mantermos o nosso centro de equilíbrio através do nosso propósito de dominarmos a nossa razão.
A raiva é a inconsciência;
A raiva é a ignorância agindo;
A raiva é o desequilíbrio.
A raiva foi muito importante no passado, especificamente na era puramente irracional e animal onde o homem primata corria pelos campos, tanto para se alimentar, quanto para fugir de outros animais.
Hoje precisamos acima de tudo, desenvolver e viver o equilíbrio em nós e não esperarmos que o tempo esteja perfeito lá fora, não fazendo frio ou muito calor, que as pessoas sejam sempre boas para conosco, que estejamos numa situação financeira perfeita e que nós mesmos e todos os próximos estejamos em uma condição saudável.
A nossa raiva não é uma entidade à parte, mas uma entidade pode ser atraída pela nossa sintonia, portanto é importante sabermos que tudo nasce primeiramente em nós mesmos. Todos nós somos o centro gerador de intenções que poderão ser benéficas ou causar malefícios em nosso campo energético.
A raiva só encontra espaço em nossa mente, em nosso padrão mental, pelo fato de não nos encontrarmos atentos ao que pensamos e sentimos, assim cedemos espaço para que a raiva assuma esta área que se encontra de certa forma vaga, sem intenções de reforma intima e sem foco para o equilíbrio.
Para iniciarmos o nosso tratamento, é de grande importância que exercitemos a todo instante a tolerância e estejamos atentos às situações que poderão nos atingir e despertar a raiva dentro de nós. É importante também procurarmos entender e até mesmo compreender melhor as grandes limitações que possuímos, pois nós mesmos despertamos a raiva em pessoas próximas e desavisadas, mesmo que não queiramos, simplesmente por um padrão energético diferente.
A raiva, enfim, é uma força grandiosa que precisa ser canalizada para a realização no bem e não para a destruição, pois o poder da destruição proporcionado pela raiva pode nos transformar em seres animalescos, aqueles produzidos pelo cinema hollywoodiano, seres que não pensam e que só agem pelo instinto predatório e impulsivo.
Ao longo do tempo identificamos os sentimentos que despertam a raiva, como a ansiedade de querer fazer algo mais rápido e a indignação de funcionário por um patrão que prometeu pagar por produtividade, mas que nunca recebeu o montante adequado; como, quando descalços, topamos com o dedo mindinho numa pedra ou deixamos cair a manteiga no chão limpo, enfim são infinitas situações e possibilidades que, com o passar do tempo, aprenderemos a contornar mantendo o foco no equilíbrio.
Contudo, a nossa mudança não é e nunca foi da noite para o dia. Sabemos que são muitas implicações, muitas observações e aplicações práticas que deverão ser analisadas e inseridas em nossos hábitos diários, e também cabe a nós a perseverança, pois estamos construindo um novo homem e uma nova mulher para o infinito!

Hairon H. de Freitas

Uma palavra ao coração!


Ninguém na terra sofre por querer, simplesmente estamos buscando a todo momento uma forma de entendermos a vida como ela se mostra.
O nosso querer nem sempre é percebido e as vezes nem sempre é correspondido, pois as nossas limitações e as nossas expectativas são enormes.
Aqui na terra vemos muitos tipos de sofrimentos diferentes, mas nunca ou quase nunca entendemos o porque de tanta dor sendo disseminada no planeta.
Mas, quando buscamos os nossos sentimentos mais profundos, aqueles que ficam esperando algum momento oportuno para se apresentarem, nos assustamos com a substancial presença desta força que movida como um vulcão vem causar mais dores ao mundo.
O ódio faz-se impregnado em todos que causam dores e o ressentimento e a mágoa transbordam sobre os que sofrem. É um misto indefinido de emoções que não podemos entender quando é um e quando é outro, pois, apesar de nomes diferentes, todos partem da mesma força.
Deus nosso Pai não gosta quando ferimos o outro, pois ele o ama profundamente, mas como ele ama o agressor também, então ele o corrige, pois todo pai e toda mãe precisam corrigir seus filhos para evitar mais dores no mundo.
A forma mais lúcida de vivermos bem é através do ensinamento do Mestre Jesus, quando nos disse muito sobre o amor, ensinando e exemplificando sempre.
Enquanto não acordarmos para o tratamento de nosso ódio, de nossa raiva, de nossa indignação, de nossa mágoa ou de nosso ressentimento, estaremos sintonizados com esta força danosa, a qual continuaremos realimentando-a e padecendo dos profundos sofrimentos.
Outra boa orientação deixada pelos grandes mestres é a prática da oração, da meditação e da autoanálise. Sabemos que dentro da nossa grande limitação, Deus nos convida a todo instante a cedermos de nosso orgulho, para que os nossos sentimentos de deixar passar e deixar ir estejam em nosso coração. Busquemos então o princípio de nossa cura com o maior psicólogo que existe, Jesus!
Hairon H. de Freitas

Estamos vivendo no olho do furacão!

Morning Calm Weekly Newspaper Installation Management Command, U.S. Army / Flickr
O momento é extremamente sensível, agitado, conturbado tanto no sentido físico quanto espiritual.
Tenho notado que muitas pessoas estão reagindo às intempéries da vida de forma passional elevada ao quadrado. É assim que estamos vivendo neste planeta, que vem passando por um momento onde se fazem necessárias correções em nosso proceder no sentido minucioso de que devemos praticar cada vez mais a tolerância.
Uma guerra não nasce do acaso ou é criada de forma instantânea. Para evidenciar uma guerra, notamos a destruição: dos lares, de vidas de entes queridos, de boas intenções, de fidelidade entre amigos e do bem estar, pois a maioria das pessoas começou a passar fome, medo, raiva e muita indignação.
Podemos considerar que estamos numa guerra espiritual sem tamanho. Após milênios continuamos agindo de forma grotesca, mesmo com tantas indicações de caminhos razoáveis, de medidas estáveis que nos foram trazidas através dos anjos, santos, bons espíritos, filósofos e missionários.
Pouquíssimas são as pessoas que se interessam em manter uma postura de autoavaliação e de autoanálise, uma postura descente para um mundo melhor, onde as pessoas se respeitem e vivam de forma simples sem ingressarem diariamente em contendas que só servem para afirmação do ego.
Quase nunca acertamos perfeitamente em todas as minúcias de nossas ações, mas sempre erramos feio quando instituímos a raiva e o medo como diagnóstico principal. Como dizia Albert Einstein: “Nós não podemos resolver um problema com o mesmo estado mental que o criou”.
No instante atual, nós precisamos nos dar uma oportunidade para agirmos de forma diferente daquela que viemos praticando ao longo de nossa vida. Esta oportunidade é conhecida como “renovação”, pois seremos pessoas melhores e não nos consideraremos pessoas que convivem com as famosas frases de impacto, provocadas pelo ego, como as seguintes: “Eu não levo desaforo pra casa” ou a outra frase “Você sabe com quem está falando?”
Somos bem assim, crianças mimadas e cheias de vontades impensadas e provocadoras de distúrbios. Mas eu acredito que estamos saindo desta fase infantil, quando provocamos em nós mesmos as perguntas e pontuações sobre as nossas atitudes e experimentações diárias. Para isso é de grande importância que busquemos os sábios através dos tempos e adotemos uma postura de respeito e de quase amor para com todos os que nos rodeiam. Saibamos que se hoje fomos ou somos agredidos é porque ainda nos encontramos na mesma faixa do agressor. Para que não nos sintamos acionados por medidas provocativas, elevemos o caráter de nosso parecer diante de todo o quadro que está sendo desenhado e em constante transformação.

Hairon H. de Freitas.

Brasil, um país de privilégios!

Existia uma sociedade indígena, onde as pessoas com uma certa idade se afastavam para morrerem só.
Existe na sociedade atual pessoas que impõe suas ideologias no campo governamental, esquecendo de voltar os seus pensamentos para o todo.
Acreditam que, com base: nas suas oportunidades, na sua facilidade de aprendizado e no seu meio financeiro, toda regra que envolva a população do país poderá ser baseada pela mesma ótica. Nasceram em um berço privilegiado (diante da maioria) e querem impor uma reforma da previdência de forma absoluta.
Imaginemos uma pessoa que nasceu e vive com dificuldade financeira por toda vida, não pode estudar, não conseguiu um trabalho continuo com assinatura em carteira e nem pôde se aposentar com o mínimo dos mínimos.
Aqueles poucos que tiveram esta oportunidade de estudar, um trabalho continuo e insistem em um embasamento totalmente limitado, não podem falar em nome de toda população sem antes entenderem muito bem o que a maioria reclama.
Não podemos fazer como aquela tribo que descartava os idosos, como está acontecendo no Chile com diretriz que não deu certo para a previdência.
Precisamos acordar para o estudo criterioso da reforma da previdência, sem deixar que a rigidez impiedosa assuma o controle da caneta e está venha a assinar um projeto totalmente inadequado para a população brasileira!
Hairon H. de Freitas